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Perfil

  • O mais sério aviso de Marcelo Rebelo de Sousa ao Governo
    3:15
  • O encontro emocionado de Marcelo com a mãe de uma das vítimas dos fogos
    0:30
  • Proteção Civil garante que já não há desaparecidos
    1:40
  • "Se os bombeiros não chegam, os vizinhos vão ficar sem casa"
    1:03
  • O sorriso de Jorge Jesus quando soube que o símbolo da Juventus mudou
    1:21

    Desporto

    A Juventus surpreendeu grande parte do mundo do futebol quando alterou completamente o emblema. Agora, o símbolo faz lembrar as iniciais do nome do treinador do Sporting. Jorge Jesus não sabia, mas ficou esta terça-feira a saber e parece ter gostado. O técnico de Alvalade regressa quarta-feira ao estádio da equipa italiana, que conhece muito bem.

  • Exposição Ana Hatherly na Gulbenkian
    2:12
  • George Saunders vence Prémio Man Booker

    Cultura

    O escritor norte-americano George Saunders, com o livro "Lincoln no Bardo", é o vencedor do Prémio Man Booker, que distingue a melhor obra de ficção em língua inglesa, publicada no ano passado, anunciou a organização.

  • Bruno Mars no Rock in Rio 2018
    1:43
  • "Quem está no Governo tem sérias responsabilidades"
    1:07

    Opinião

    Pacheco Pereira aponta falhas do Estado, dos bombeiros e da Proteção Civil como causa dos incêndios que assolaram o país no passado domingo. O comentador da SIC considera que o Governo tem responsabilidade perante o que aconteceu.

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Vitória, sem festa

    Quando passou pelo Couço – onde as histórias de resistência à ditadura se contam ainda na primeira pessoa –, o secretário-geral do PCP sublinhou um percurso. Aquele "enclave" comunista numa autarquia PS é paragem obrigatória em campanhas eleitorais. Esta "força" partidária (re)constrói-se na memória e nos símbolos. Ao recordar as palavras de um "velho camarada" no discurso da noite eleitoral, Jerónimo de Sousa realinhou por isso os cristais num momento difícil: "Os comunistas, por vezes, vão buscar forças onde elas não existem".

    Joaquim Franco