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Dia Mundial da Alimentação celebrado em Roma com fome e preços dos cereais na agenda

Reuters

A comunidade internacional reúne-se hoje em Roma para celebrar o Dia Mundial da Alimentação, sob a égide da ONU, e refletir sobre os meios para reduzir as tensões nos mercados dos cereais.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO),  com sede em Roma, acolhe a reunião do Comité de Segurança Alimentar (CFS)  constituído por outras agências da ONU, especialistas e representantes da  sociedade civil. 

De acordo com as últimas previsões da FAO, 870 milhões de pessoas ainda  passam fome no mundo. Apesar de este número estar a recuar (1.000 milhões  entre 1990-1992), permanece "muito alto", afirmou o diretor-geral desta  organização, José Graziano da Silva. 

A crise alimentar temida este verão com a seca que atingiu os Estados  Unidos, um grande produtor mundial de cereais, não chegou a acontecer, mas  a tensão continua e os preços nos mercados internacionais estão elevadíssimos,  depois da descida das previsões noutros grandes produtores, caso da Rússia,  União Europeia e da região do Mar Negro. 

"Os preços dos alimentos são muito voláteis e perigosamente altos",  disse a propósito da iniciativa o relator especial da ONU sobre o Direito  à Alimentação, Olivier De Schutter, que pediu "uma resposta imediata" para  estabilizar os preços. 

Pelo menos 36 ministros, incluindo da Rússia, Coreia do Sul, Japão,  Brasil, Bangladesh, Filipinas, Camarões, mas também da Alemanha, Itália  e do Reino Unido, já confirmaram a participação no encontro.

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