Última Edição

DIRETO

1
0:05

Última Edição

2
2:47

Benfica vence Juventus na 1ª mão das "meias" da Liga Europa

3
2:32

Eanes e Sampaio falam sobre mudanças no pós-25 de Abril

4
2:02

Pinto Balsemão recorda agitação da imprensa no pós-Revolução

5
0:16

BPI vai dispensar 254 trabalhadores em 2014, revela Ulrich

6
0:43

Durão Barroso não afasta cenário de candidatura presidencial

7
1:12

Finanças garantem devolução de cortes duplos a pensionistas viúvos

8
1:41

Quatro arguidos da Casa Pia absolvidos por crimes em casa de Elvas

9
2:11

Alunos da Universidade do Minho fizeram vigília silenciosa

10
1:06

PS ganhava Europeias apesar da subida da coligação

11
1:14

Israel suspende negociação com palestinianos

12:57 17.10.2012

Adversidade na infância afeta funções cerebrais e físicas em adulto

Uma criança que enfrente adversidades na infância - como pobreza ou maus tratos - terá, em adulto, consequências mensuráveis nas funções cerebrais e orgânicas em adulto, revelam vários estudos de cientistas norte-americanos.

Crescer num ambiente socioeconómico adverso prejudica a memória e altera mesmo o tamanho de diferentes partes do cérebro. Maus tratos na infância podem conduzir ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares na idade adulta.

Os resultados de uma série de investigações conduzidas nos EUA foram apresentados num congresso de neurociência em Nova Orleães. Ao estudaram os vários estádios do desenvolvimento do cérebro, os cientistas demonstram que os adultos que cresceram com mais dificuldades económicas têm uma memória operacional mais fraca comparados com adultos que cresceram num ambiente mais abastado.

Na investigação conduzida por Eric Pakulak, da Universidade de Oregon, foi pedido a 72 adultos para fazerem um teste de memória. Tinham de se lembrar das palavras finais de uma série de frases. Em média, os adultos que cresceram em meios mais pobres apenas se lembraram de duas palavras. Os outros lembraram-se, em média, até quatro palavras.

A investigação conduzida por Suzanne Houston, da Universidade Southern California, demonstrou que os antecedentes na infância alteram mesmo o tamanho de diferentes partes do cérebro. "Quanto melhor a educação, menor é a amígdala cerebral. Quanto maior o rendimento familiar, maior é o hipocampo".

O tamanho das várias regiões do cérebro não tem um grande significado, explica  Suzanne Houston, citada pelo The Guardian. Mas o facto de as diferenças poderem ser mensuráveis pode ajudar os cientistas a despistar os fatores ambientais que afetam o desenvolvimento do cérebro de crianças que crescem em ambientes diferentes.

E perceber o impacto do meio social ajudará a modificá-lo. Eric Pakulak disse que o seu trabalho ajudou no desenvolvimento de currículos escolares que podem ajudar os pais com condições económicas mais fracas a melhorar o comportamento e aquisição de conhecimentos dos filhos.

A investigação de Layla Banihashemi, da Universidade de Pittsburgh, centrou-se nos efeitos a longo prazo de maus tratos físicos na infância. E concluiu que a pressão arterial desses adultos fica mais elevada quando confrontados com situações de stress. O que se traduz num maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.
Publicidade

Agora

Mais Populares

Comentários

Publicidade

Agora

Mais Populares

CT: NEWS
X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .