sicnot

Perfil

Cultura

"Happy" também é plágio, diz família de Marvin Gaye

Para já, a família de Marvin Gaye diz que não pertende processar o cantor, mas a mulher e os filhos garantem que há muitas semelhanças entre a música "Happy" interpretada por Pharrel Williams e "Ain't That Peculiar" de Gaye lançada em 1966.

É caso para dizer vira o disco e toca o mesmo. A família de Marvin Gaye volta a acusar Pharrel Williams de ter plagiado mais uma música do falecido.


Desta vez as baterias estão apontadas para o hit "Happy", que chegou a tornar-se a canção mais vendida por download, na Grã-Bretanha.

 

A família de Marvin Gaye, parece ter decidido analisar à lupa o reportório de Pharrel e encontrou semelhanças. Desta feita, entre "Happy" e "Ain't  That Peculiar" de 1966.



 

Numa entrevista à CBS, Nona Gaye, filha do cantor revelou que "as duas são muito semelhantes". Já a viúva disse que nem precisou de ouvir a mistura para perceber que são iguais.


Ainda assim, a família de Marvin Gaye, diz que não pretende resolver o assunto em tribunal. Diz-se satisfeitas com o desfecho do processo que levou a tribunal a dupla de "Blurred Lines". 


Robin Thicke e Pharrel Williams foram condenados a pagar cerca de 7 milhões de euros, à família, por plágio. Para o tribunal “Blurred Lines” não é uma canção original, mas uma cópia do sucesso “Got to Give It Up” de 1977.


O advogado da dupla diz estar desiludido com a decisão. Acredita que a música surgiu do ''coração e alma dos cantores e não de outro lado" e considera que esta decisão vai inibir os músicos que tentarem reproduzir os sons de uma determinada era ou de um determinado artista.

 Especialistas e advogados têm afirmado que este veredicto não vai refletir-se apenas nas carteiras de Thicke e Williams. Em causa, poderá estar o significado de "violação dos direitos de autor" para todos os artistas da indústria fonográfica.

 

  • Brasileiros procuram Portugal
    3:59

    País

    Viver em Portugal é hoje em dia um grande sonho da classe média brasileira. De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, só em 2016, o número de vistos de residência aumentarem em mais de 30%. A língua, a segurança e a qualidade de vida são as razões apontadas para a mudança. Todos os dias, no consulado português no Rio de Janeiro, para a obtenção de vistos.

  • Repórteres fazem relato impressionante dos acontecimentos em Charlottesville
    3:40