sicnot

Perfil

Cultura

Uma primeira edição de "Cem anos de solidão" foi roubada da Feira do Livro de Bogotá

Um exemplar de uma primeira edição do romance "Cem anos de solidão", do escritor colombiano Gabriel García Marquez, foi roubado no sábado na Feira do Livro de Bogotá, na Colômbia.

Feira do Livro de Bogotá,2015

Feira do Livro de Bogotá,2015

Fernando Vergara/AP

O livro, autografado por García Marquez, tinha sido emprestado por um livreiro para integrar a exposição central da feira, dedicada a Macondo, a aldeia imaginária criada por aquele autor para servir de cenário a "Cem anos de solidão".

A organização deu pela falta do livro no sábado, tendo confirmado depois oficialmente o roubo da obra e iniciado uma investigação para averiguar o caso.

"Cem anos de solidão", um dos mais conhecidos romances de García Marquez e da literatura latino-americana, foi publicado pela primeira vez em 1967 pela Editorial Sudamericana de Buenos Aires.

Em homenagem ao escritor colombiano, Nobel da Literatura em 1982 e que morreu a 17 de abril de 2014, a Feira do Livro de Bogotá dedicou um pavilhão em exclusivo ao autor.

O pavilhão contou com instalações artísticas e atividades culturais, tendo como mote o romance "Cem anos de solidão" e a história da família Buendía-Iguarán, no cenário de Macondo, a localidade fictícia inspirada em Aracataca, onde o escritor nasceu.

A Feira do Livro de Bogotá (FILbo), na qual Portugal foi país convidado em 2013, termina hoje, segunda-feira.


Lusa
  • Famílias das vítimas de Pedrógão criam associação para apurar responsabilidades
    2:13
  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.

  • 700 milhões para armamento e equipamento militar
    1:16

    País

    Portugal vai investir nos próximos anos 700 milhões de euros em armas e equipamento militar. Segundo a imprensa de hoje, o objetivo é colocar algumas áreas das Forças Armadas a um nível similar ao dos outros aliados da NATO. É o maior volume de programas de aquisição dos últimos anos e parte das verbas vão beneficiar a indústria portuguesa que fabrica aviões, navios-patrulha, rádios e sistemas de comando e controlo.

  • Princesa Diana morreu há 20 anos. Filhos falam pela 1ª vez da intimidade
    1:15