sicnot

Perfil

Cultura

Um Van Gogh foi leiloado por 66 milhões de dólares em Nova Iorque

A obra de Van Gogh "L'allée des Alyscamps" foi vendida na terça-feira em Nova Iorque por 66 milhões de dólares (58,7 milhões de euros), o montante mais elevado por uma tela do pintor desde 1998, indicou a leiloeira Sotheby's.

"L'allée des Alyscamps" (pormenor)

"L'allée des Alyscamps" (pormenor)

O quadro tinha sido avaliado em mais de 40 milhões de dólares (35,6 milhões de euros) e foi comprado por um colecionador asiático após uma forte disputa entre cinco licitantes.

O recorde por um Van Gogh continua a pertencer ao quadro "Portrait du Dr Gachet" (1890), que foi vendido por 82,5 milhões de dólares (73,4 milhões de euros) num leilão da Christie's em Nova Iorque em 1990.

Os leilões de arte da primavera começaram na terça-feira em Nova Iorque.

O recorde mundial atingido por um quadro em leilões é de 142,4 milhões de dólares (126,7 milhões de euros), valor obtido pelo tríptico de Francis Bacon "Três estudos de Lucian Freud", vendido em 2013 em Nova Iorque.



Lusa
  • BE diz que é urgente preparar o país para a saída do euro
    1:10

    País

    Catarina Martins diz que é urgente preparar o país para o cenário de saída do euro. No final da reunião da mesa nacional do Bloco de Esquerda, a coordenadora do partido criticou o encontro de líderes europeus em Roma e disse ainda que a Europa da convergência chegou ao fim.

  • "Mais UE não significa mais Europa"
    0:50

    País

    O secretário-geral do PCP insiste nas críticas à União Europeia. Um dia depois da comemoração dos 60 anos do Tratado de Roma, Jerónimo de Sousa defendeu, no Seixal, que o modelo europeu está esgotado e prejudica vários países, incluindo Portugal.

  • Aplicação WhatsApp acusada de permitir conversas secretas entre terroristas
    1:45
  • "Um Lugar ao Sol"
    17:05
    Perdidos e Achados

    Perdidos e Achados

    SÁBADO NO JORNAL DA NOITE

    O Perdidos e Achados foi conhecer como eram as férias de outros tempos. Quando o Estado Novo controlava o lazer dos trabalhadores e criava a ilusão de um país exemplar. Na Costa de Caparica, onde é hoje o complexo do INATEL estava instalada a maior colónia de férias do país, chamava-se "Um Lugar ao Sol".