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O cinema de Paulo Rocha regressa às salas de cinema

"Se eu fosse ladrão... roubava", o último filme do realizador Paulo Rocha, no qual recorda 50 anos dedicados ao cinema, chega hoje ao circuito comercial e a estreia é acompanhada por duas outras obras do cineasta, agora restauradas.

"Se eu fosse ladrão... roubava", imagem do último filme de Paulo Rocha.

"Se eu fosse ladrão... roubava", imagem do último filme de Paulo Rocha.

DR

Paulo Rocha, uma das referências da nova vaga do cinema português, a partir dos anos 1960, morreu em dezembro de 2012, numa altura em que finalizava a longa-metragem "Se eu fosse ladrão... roubava".

Com Luís Miguel Cintra, Isabel Ruth e Márcia Breia no elenco, o filme articula uma ficção baseada nas memórias da vida do pai de Paulo Rocha, com imagens que o realizador retirou de vários filmes seus, dando-lhes uma nova interpretação.

Em 2012, Paulo Rocha preparava ainda o restauro e digitalização dos seus dois primeiros filmes, "Os Verdes anos" (1963) e "Mudar de vida" (1966), sob a supervisão de Pedro Costa, tendo o processo sido concluído pela Cinemateca - instituição à qual o reaizador deixou, em testamento, toda a sua obra e património cinematográfico - e pela Midas Filmes.

Aqueles dois filmes regressam agora aos cinemas, acompanhando a estreia de "Se eu fosse ladrão... roubava", e são editados em DVD.

Paulo Rocha estudou Direito em Lisboa e Cinema em França, foi assistente de realização de Jean Renoir e de Manoel de Oliveira e assinou outras obras como "A Ilha dos Amores" (1982), "O Desejado" (1988), "O Rio do Ouro" (1998), "A Raiz do Coração" (2000) e "Vanitas" (2004).

Nasceu no Porto, em 1935, e morreu em Vila Nova de Gaia, em dezembro de 2012.


Lusa
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