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Prémio José da Ponte, da SPA, entregue dia 18 aos D.A.M.A.

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) anunciou que o Prémio José da Ponte é entregue no próximo dia 18 ao grupo D.A.M.A., no auditório Frederico de Freitas, na sede da cooperativa, em Lisboa.

D.A.M.A é um acrónimo que significa "Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo", e o grupo é formado pelos músicos Francisco Pereira, de 25 anos, Miguel Coimbra, de 24, e Miguel Cristovinho, de 23.

D.A.M.A é um acrónimo que significa "Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo", e o grupo é formado pelos músicos Francisco Pereira, de 25 anos, Miguel Coimbra, de 24, e Miguel Cristovinho, de 23.

Cristiana Reis

Esta é a primeira edição do galardão que visa distinguir "novos autores musicais que se tenham afirmado recentemente", lê-se no comunicado da SPA.

Segundo a mesma fonte, o galardão é entregue aos D.A.M.A., pela "qualidade artística e autoral do seu trabalho recente, que o público e a crítica têm consagrado".

D.A.M.A é um acrónimo que significa "Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo", e o grupo é formado pelos músicos Francisco Pereira, de 25 anos, Miguel Coimbra, de 24, e Miguel Cristovinho, de 23.

Na cerimónia de entrega, marcada para as 18:30, em que é feita uma homenagem a José da Ponte, participam o presidente da SPA, José Jorge Letria, e o administrador e membro da direção da SPA, Tozé Brito, assim como a filha do músico, Rita Pontes.

O músico e compositor José da Ponte morreu no passado dia 29 janeiro e foi, até à sua morte, administrador da SPA.

Membro fundador do grupo Salada de Frutas, com o qual criou êxitos como "Olha o Robot", foi autor de canções como, entre outras, "Lusitana paixão", que representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1991.

Licenciado em História, foi presidente do Conselho Fiscal da SPA e "administrador de vários pelouros".

"Sempre foi reconhecido o elevado grau de dedicação do compositor às suas funções na gestão da SPA e o seu interesse pela descoberta de novos talentos musicais que enriquecessem a música portuguesa", remata a SPA no comunicado.

A SPA realça ainda o facto de José da Ponte se ter sempre batido pela modernização da cooperativa de autores.
Lusa
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