sicnot

Perfil

Cultura

Dave Grohl parte uma perna durante um concerto e volta para o terminar

O vocalista do grupo rock americano Foo Fighters caiu do palco, na sexta-feira passada, durante um concerto na Suécia. Apesar do acidente, Dave Grohl, voltou e terminou o espectáculo com a perna engessada.

Erik Abel

Os Foo Fighters estavam na segunda música, na atuação que decorreu no estádio de Göteborg, quando o cantor da banda caiu do palco e se magoou, como o confirmam as numerosas fotografias e vídeos que, imediatamente, foram divulgados nas redes sociais, segundo noticiou a Agência France Press.

O ex-baterista dos Nirvana regressou ao palco, continuou a cantar e informou o público: "Acho que parti uma perna".

Antes que os fãs manifestassem algum tipo de deceção, o cantor prometeu que regressaria após uma curta passagem pelo hospital. "Vou ao hospital, vou curar a minha perna e vamos tocar, de novo, para vocês", anunciou Dave Grohl.

E de facto, a promessa foi cumprida, depois de uma ausência de cerca de uma hora, e o vocalista voltou com a perna engessada. Terminou o concerto sentado ou apoiado em muletas, como se pode verificar nos muitos vídeos que o público divulgou na internet com a hashtag #MyHero, que faz referência a uma música da banda.

Algumas horas depois do sucedido, os Foo Fighters publicaram no Twitter uma radiografia da perna de Dave Grohl e escreveram: "Obrigada Göteborg, foi maravilhoso".

  • "É evidente que não fecho a porta ao Eurogrupo"
    1:38

    Economia

    O ministro das Finanças diz que não fecha a porta ao Eurogrupo. A declaração é feita numa entrevista ao semanário Expresso. No entanto, Mário Centeno deixa a ressalva que qualquer ministro das Finanças do Eurogrupo pode ser presidente.

  • Itália tenta colocar migrações na agenda do G7 contra vontade dos EUA
    1:45
  • Raízes de ciência e rebentos de esperança
    14:14
  • Portugal pode ser atingido por longos períodos de seca

    País

    Portugal e Espanha podem ser atingidos até 2100 por 'megasecas', períodos de seca de dez ou mais anos, segundo os piores cenários traçados num estudo da universidade britânica Newcastle, que tem a participação de uma investigadora portuguesa.