sicnot

Perfil

Cultura

Português André Carrilho vence World Press Cartoon 2015

O português André Carrilho venceu este sábado o Grande Prémio do World Press Cartoon (WPC) 2015, com uma imagem sobre o vírus Ébola, anunciou a organização, numa cerimónia, em Cascais.

O desenho do cartoonista retrata a forma como o Ébola é visto pela Comunicação Social fora de África.

O desenho do cartoonista retrata a forma como o Ébola é visto pela Comunicação Social fora de África.

André Carrilho

O desenho do cartoonista, publicado no jornal Diário de Notícias a 10 de agosto de 2014, retrata a forma como o vírus é visto pela Comunicação Social fora de África.

O juri justificou o prémio referindo que o desenho de André Carrilho "não expõe apenas o problema de uma doença devastadora, mas sobretudo denuncia a dualidade de critérios da imprensa europeia e norte-americana perante a origem das vítimas".

Na altura, o cartoon do português foi analisado e comentado em vários jornais e partilhado nas redes sociais. 

O vírus ébola e o Mundial de futebol no Brasil foram os grandes temas de destaque desta edição do World Press Cartoon, que em 2013 abandonou Sintra passando agora a realizar-se em Cascais, com um Grande Prémio estabelecido de 10 mil euros.

Na categoria de "Caricatura", o vencedor foi o brasileiro Cau Gomez por um retrato caricaturado do futebolista Messi e o Papa Francisco, enquanto o segundo prémio coube a Dalcio (Brasil) que retratou o músico David Bowie, e o terceiro prémio foi para Riber (Francês).

No "Desenho de Humor", o primeiro prémio foi atribuído ao grego Michael Kountouris, vencedor do Grande Prémio da edição de 2013, numa caricatura sem título, mas que tem dois homens a segurar dois cartazes com peixes de diferentes tamanhos.

Na categoria "Editorial", que deu a vitória ao português André Carrilho, no segundo lugar ficou o búlgaro Tchavdar e, em terceiro, o ucraniano Cost.

O júri que selecionou as obras integrou António Antunes (Portugal), Agim Sulaj (Albania), Xaquin Marin Formoso (Espanha), Firoozeh Mozaffari (Irão) e Augusto Cid (Portugal).

Lusa

  • As IPSS são estruturantes no país. Fazem o que Estado não faz porque não pode, não quer, ou não chega a tudo. Chama-se sociedade civil a funcionar. E o Estado subsidia, ajuda, (com)participa, apoia. Nada contra. A questão é quando as IPSS e outras instituições, fundações, associações, federações e quejandas se tornam verdadeiras "indústrias".

    Pedro Cruz

  • O ano "saboroso" de António Costa
    0:51

    País

    António Costa diz que 2017 foi um ano "saboroso" para Portugal. Num encontro com funcionários portugueses, em Bruxelas, antes do Conselho Europeu desta quinta-feira, o primeiro-ministro realçou o que o país conquistou no último ano, no plano europeu, e que culminou com a eleição de Mário Centeno para a Presidência do Eurogrupo.

  • Os Simpsons já sabiam em 1998 que a Fox iria pertencer à Disney

    Cultura

    Os Simpsons acertaram outra vez. Algo que tem acontecido regularmente nos últimos tempos, com a eleição de Donald Trump, o aparecimento do vírus Ébola ou o escândalo dos Panama Papers. Desta vez, a previsão remonta a 1998, quando a série previu que a 20th Century Fox iria pertencer à Disney.

    SIC