sicnot

Perfil

Cultura

Angelina Jolie vai dirigir filme para o Netflix sobre a guerra no Camboja

A atriz Angelina Jolie vai produzir e dirigir um filme para o Netflix sobre o regime Khmer Vermelho do Camboja, visto através do olhar de uma criança, anunciou hoje aquela plataforma de distribuição.

Angelina Jolie, enviada especial do Alto Comissário para os Refugiados, António Guterres, na ONU.

Angelina Jolie, enviada especial do Alto Comissário para os Refugiados, António Guterres, na ONU.

A atriz vai fazer uma adaptação do livro "First They Killed My Father" ("Primeiro Eles Mataram o Meu Pai"), em que o ativista dos direitos humanos Loung Ung lembra os horrores vividos durante o regime que fez dois milhões de mortos entre 1975 e 1979.

"Fiquei profundamente afetada pelo livro de Loung", afirmou Angelina Jolie, citada num comunicado da Netflix, acrescentando que o livro a "ajudou a entender melhor como as crianças vivenciam a guerra e como isso as afeta".

Este livro "também permitiu que me aproximasse ainda mais dos habitantes de Camboja, o país natal do meu filho", declarou, referindo-se ao seu filho adotivo, Maddox, que também estará envolvido na produção do filme, segundo a Netflix.

Angelina Jolie irá dirigir e produzir o filme a partir de um guião que coescreveu com Loung Ung.

Outro produtor será o diretor cambojano, Rithy Panh, nomeado para um Óscar em 2013, com o filme "The Missing Picture".

O filme será lançado para o Netflix em 2016.

A atriz estreou-se na direção de filmes em 2011, com o filme "Na Terra de Sangue e Mel", cuja ação se passa durante a guerra da Bósnia.

O seu filme "Invencível", de 2014, sobre um herói da Segunda Guerra Mundial feito prisioneiro pelos japoneses, foi nomeado para os Óscares em três categorias.

Lusa

  • "Às vezes o senhor primeiro-ministro irrita-me um bocadinho"
    2:05

    País

    O Presidente da República disse esta quinta-feira de manhã que António Costa é "irritantemente otimista" por teimar em "ver violeta-rosa onde há roxo". Marcelo Rebelo de Sousa recordou ainda Mário Soares numa aula no Colégio Moderno, em Lisboa.

  • Montenegro nunca será candidato contra Passos
    0:50
  • Cientistas testam útero artificial em cordeiros prematuros

    Mundo

    Um grupo de cientistas desenvolveu um útero artificial - o Biobag - que se assemelha a uma bolsa de plástico e que ajuda no desenvolvimento de cordeiros prematuros. O método foi testado nestes animais mas os cientistas do Hospital Pediátrico de Filadélfia, nos Estados Unidos, garantem que poderá vir a ser utilizado também em bebés que nascem prematuros.

  • Exame ao sangue descobre cancro um ano antes do reaparecimento

    Mundo

    Uma equipa de investigadores britânicos descobriu uma maneira de identificar o regresso do cancro, com um ano de antecedência. Através de um exame ao sangue, a equipa conseguiu identificar os primeiros sinais da doença, uma série de células invisíveis ao raio-X e à TAC. A descoberta pode vir a permitir tratar o cancro mais cedo e, como resultado, poderá aumentar as chances de o curar.

  • Casados há 69 anos, morrem de mãos dadas com 40 minutos de diferença

    Mundo

    Isaac Vatkin, de 91 anos, morreu cerca de 40 minutos depois de Teresa, de 89 anos, no passado sábado no Highland Park Hospital, no estado norte-americano Ilinóis. "Não queríamos que fossem embora, mas não podíamos pedir que partíssem de melhor maneira", afirmou o neto William Vatkin. O casal morreu no hospital poucos dias depois de celebrarem 69 anos de casados.

  • Trump cria linha de apoio a vítimas de "extraterrestres criminosos"

    Mundo

    Quando o Governo norte-americano usa o termo "extraterrestre criminoso", refere-se a alguém que não é cidadão dos Estados Unidos da América e que foi condenado por um crime. Quando a mesma expressão é usada pelos utilizadores do Twitter, o significado é completamente diferente. Os internautas pensam na série Ficheiros Secretos e em discos voadores. Por isso, o lançamento de uma linha telefónica, por parte da Casa Branca, para as vítimas de "extraterrestres criminosos" só podia dar em confusão.