sicnot

Perfil

Cultura

Uma dezena de desfiles preenchem o terceiro dia da 45ª edição da ModaLisboa

A 45.ª edição da ModaLisboa continua hoje com uma dezena de desfiles com as propostas para a próxima primavera, nos Paços do Concelho e no Pátio da Galé.

© Rafael Marchante / Reuters

Os desfiles começam pelas 14:30 nos Paços do Concelho com a apresentação das coleções de Nair Xavier, Olga Noronha e Ricardo Andrez, todos inseridos na plataforma LAB.

Depois, a passerelle muda-se para o Pátio da Galé para a apresentação das coleções do francês Christophe Sauvat, de Valentim Quaresma, da Saymyname, de Miguel Vieira (que também já desvendou a coleção para a próxima primavera em Milão), de Ricardo Preto e de Alexandra Moura.

Entretanto, pelas 17:00, haverá nas Arcadas do Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, um desfile de uma marca de roupa e material de surf, a Billabong, que será aberto à população.

Também aberto a toda a população está o Wonder Room, uma 'pop-up store' (loja temporária) de marcas nacionais, no espaço do BPI na Praça do Município.

Ali, entre as 15:00 e as 21:00, é possível ficar a conhecer e adquirir o trabalho de 22 marcas nacionais emergentes.

Já nos Paços do Concelho poderá visitar-se duas exposições, entre as 14:00 e as 22:00 -- a mostra do 'Sangue Novo' e a 'Portuguese Shoes', que "revelará uma seleção das propostas de calçado apresentadas em passerelle, resumindo a aproximação cada vez mais forte entre a indústria do calçado e o design", segundo a organização.

Lusa

  • Incêndio destrói igreja em Ponte da Barca
    1:49

    País

    Um incêndio destruiu na última madrugada a Igreja de Lavradas, em Ponte da Barca. A Polícia Judiciária de Braga está a investigar as causas do fogo, mas tudo aponta para um curto-circuito.

  • Bairro em Loures não tem luz há mais de um ano
    2:30

    País

    O bairro da Torre, junto ao aeroporto de Lisboa mas ainda no concelho de Loures, não tem eletricidade nem nos postes, nem nas casas. A EDP e os moradores nunca chegaram a acordo para uma solução de pagamento coletivo e a empresa, para acabar com as puxadas eléctricas ilegais, decidiu cortar de vez o abastecimento há mais de um ano.