sicnot

Perfil

Cultura

Espetáculos ao vivo renderam 70,4 milhões de euros em 2014

Quase 30 mil espetáculos ao vivo realizados em Portugal em 2014 resultaram numa receita de 70,4 milhões de euros, embora o número de bilhetes vendidos represente menos de metade do total de espetadores.

De acordo com dados dos Anuários Estatísticos Regionais, hoje publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram vendidos 4,3 milhões de ingressos para 29.666 espetáculos ao vivo, mas o número de espetadores situou-se nos 10,7 milhões.

Por regiões, a Área Metropolitana de Lisboa congrega 70 por cento das receitas dos espetáculos ao vivo (49,6 milhões de euros), reunindo sensivelmente um terço (3,6 milhões) do total de espetadores e metade dos bilhetes vendidos (2,2 milhões) em cerca de 11.500 sessões.

Apesar dos dados do INE apontarem a região Norte como aquela com mais espetadores em espetáculos ao vivo (3,8 milhões, mais 200 mil do que na Área Metropolitana de Lisboa), o número de bilhetes vendidos fica-se por 1,3 milhões e as receitas em 13,9 milhões de euros, mais de 35 milhões de euros abaixo das obtidas na região de Lisboa.

Na lista de regiões com maior receita apurada em espetáculos ao vivo segue-se o Centro (2,5 milhões de euros), o Alentejo (1,9 milhões) e o Algarve (1,6 milhões).

Por municípios, Lisboa lidera com 42 milhões de euros de receitas em 7.400 espetáculos, os quais resultaram em 2,5 milhões de espetadores e 1,9 milhões de bilhetes vendidos, seguida do Porto, com cerca de 8,2 milhões de euros de receita, 1,3 milhões de espetadores e 680 mil bilhetes vendidos.

A lista inclui ainda Oeiras (5,4 milhões de euros), Odemira (1,4 milhões de receita, presumivelmente devido maioritariamente ao Festival Sudoeste, que se realiza no concelho em agosto), Santa Maria da Feira (1,2 milhões) e Portimão (1,08 milhões de euros).

Seguem-se Guimarães (979 mil euros), Vila Nova de Gaia (962 mil), Sesimbra (808 mil), Figueira da Foz (784 mil euros, quase o dobro da receita apurada na capital de distrito, apesar do número de espetadores - 90 mil - ser menos de metade dos 253 mil registados em Coimbra) e Paredes de Coura (730 mil euros de receita, maioritariamente relacionada com o festival de música homónimo).

Lusa

  • Michelle Obama partilhou momento de despedida da Casa Branca
    1:43
  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.

  • Trabalhadores da saúde iniciam greve nacional

    País

    Trabalhadores da saúde estão esta sexta-feira a cumprir uma greve a nível nacional para reivindicar a admissão de novos profissionais, exigir a criação de carreiras e a aplicação das 35 horas semanais a todos os funcionários do setor.

  • Portugal a tremer de frio
    3:07

    País

    Portugal continua a registar temperaturas negativas, sobretudo no Norte do país. Em Trás-os-Montes, por exemplo, marcaram mínimas de 11 graus abaixo de zero e os termómetros desceram tanto que congelaram rios, canalizações de água e até aquecimentos de escolas. Mas nem tudo é mau pois os produtores falam em boa época para curar fumeiro.

  • Juiz brasileiro morto em acidente aéreo investigava corrupção na Petrobras
    1:28
  • Zoo da Indonésia acusado de querer matar ursos à fome

    Mundo

    Um grupo de ativistas da Indonésia acusa o Jardim Zoológico de Bandung de estar a matar à fome os seus animais, incluindo os ursos-do-sol, para ser fechado. Um vídeo recentemente publicado mostra os ursos, que aparecem muito magros e a implorar por comida.

  • Podem as plantas ver, ouvir e até reagir?

    Mundo

    Um professor de Ciências Vegetais da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, passou quatro décadas a investigar as relações entre vegetais e insetos. Na visão de Jack Schultz, as plantas são "como animais muito lentos", que conseguem ver, ouvir, cheirar e até têm comportamentos próprios.