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Katia Guerreiro, primeira portuguesa na Grande Salle da Ópera de Lyon

A fadista Katia Guerreiro estreia-se hoje na Grande Salle da Ópera de Lyon, na região Rhône-Alpes, no leste de França, sendo a primeira portuguesa a subir a este palco, num concerto em nome próprio, divulgou a sua produtora.

Em janeiro de 2012, esgotou a sala de concertos do Olympia em Paris,  concretizando um sonho antigo. (Reuters/Arquivo)

Em janeiro de 2012, esgotou a sala de concertos do Olympia em Paris,  concretizando um sonho antigo. (Reuters/Arquivo)

© Hamad I Mohammed / Reuters

A fadista Katia Guerreiro está em França desde a passada quarta-feira, tendo atuado no Centro Carré Belle-Feuille, em Boulogne-Billancourt, nos arredores de Paris, e, na quinta-feira, subiu ao palco do Centro Cultural Le Rocher de Palmer, em Cenon, nos arredores de Bordéus.

Katia Guerreiro, que editou em dezembro de 2014 o álbum "Até ao Fim", é acompanhada pelos músicos Pedro de Castro e Luís Guerreiro, na guitarra portuguesa, João Veiga, na viola, e Francisco Gaspar, na viola baixo.

Na ocasião do lançamento do disco, em declarações à Lusa, Katia Guerreiro afirmou que "Até ao Fim" revela "uma viragem e, ao mesmo tempo, uma definição de carreira".

O álbum, editado pela Uau, é constituído por 12 temas, um deles assinado pela fadista, pela primeira vez, a música e letra, e intitula-se "Eu gosto de ti (canção para a Mafalda)", que é uma dedicatória à sua filha.

Esta inspirou também outro fado, "Nesta noite", com música e letra de Paulo Valentim, que já assinou outros temas para a fadista, como "Segredos" e a acompanhou à guitarra.

O álbum foi publicado seis anos depois do anterior CD de inéditos da fadista, período durante o qual editou o CD "Fados do Fado", e o CD/DVD do seu espetáculo em 2012, no Olympia, em Paris.

Trata-se de "uma viragem, porque tenho músicos novos a trabalhar comigo, que se dedicaram, de alma e coração, a este projeto, porque decidi desta vez não tomar as rédeas sozinha e ter um produtor musical [Tiago Bettencourt] ao meu lado, desresponsabilizando-me de grande parte das decisões em relação ao disco e à parte musical", disse a fadista à Lusa.

"Por outro lado, deixa-me revelar um pouco mais de mim, de uma forma mais leve, mais descontraidamente, do que acontecia anteriormente", acrescentou.

Lusa

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