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Michael Moore "invade" Portugal e copia política portuguesa sobre drogas

O realizador Michael Moore apresenta no seu novo filme "Where to Invade Next" Portugal como um exemplo a seguir pelos Estados Unidos da América no que toca à descriminalização do consumo de drogas.

2004 - A Palma de Ouro do Festival de Cannes é atribuída ao documentário de Michael Moore "Farenheit 9/11".

2004 - A Palma de Ouro do Festival de Cannes é atribuída ao documentário de Michael Moore "Farenheit 9/11".

© Reuters Photographer / Reuter

A ideia do documentário é descobrir políticas internacionais que deveriam ser importadas pelos norte-americanos e para isso Moore visita vários países onde copia os 'melhores sistemas' e as melhores ações governamentais para levar para os EUA.

O documentarista chama-lhe invasões amigáveis, anexações para salvar os EUA, e de cada vez que encontra algo de bom coloca uma bandeira dos EUA em solo estrangeiro e pede licença para copiar a ideia no seu país.

Michael Moore diz que os americanos deviam "invadir" a França e importar o modelo de refeições saudáveis aplicado nas suas cantinas escolares, deviam ocupar a Finlândia e copiar o fim dos trabalhos de casa para os estudantes e de Portugal deviam levar a política de descriminalização de drogas aprovada em 2001.

Em Portugal ninguém é preso por consumir drogas ou por ter na sua posse uma quantidade considerada para consumo próprio e esta mudança legislativa não provocou um aumento de consumo de substâncias.

Vencedor de um Óscar de Melhor Documentário, por "Tiros em Columbine", Michael Moore aplaude ainda as várias medidas que foram introduzidas neste campo, como a troca de seringas ou os gabinetes de apoio à prevenção.

"Where to Invade Next" estreou nos EUA no final de dezembro.

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