sicnot

Perfil

Cultura

Mecha de cabelo de John Lennon arrematada em leilão por 35 mil dólares

Uma mecha de cabelo de John Lennon foi arrematada, este fim de semana, em leilão por 35.000 dólares (31.486 euros), um valor três vezes superior ao esperado, informou a empresa Heritage Auction, com sede em Dallas (EUA).

Mecha de cabelo de John Lennon vale 35 mil dólares

Mecha de cabelo de John Lennon vale 35 mil dólares

© Fred Prouser / Reuters

O comprador da mecha de cabelo do músico dos Beatles, com dez centímetros de comprimento, foi um colecionador britânico que pediu que a sua identidade fosse mantida no anonimato.

"Trata-se da maior mecha de cabelo de John Lennon alguma vez leiloada", explicou Garry Shrum, diretor de lembranças musicais da Heritage Auction ao jornal Dallas Morning News.

Garry Shrum realçou que a mecha de cabelo do autor de "Imagine" remonta a "um momento muito importante da sua carreira".

Em concreto, Lennon preparava o seu papel no filme "How I Won the War", de 1966, quando o barbeiro alemão Klaus Baruck lhe cortou o cabelo e guardou a amostra, um mês depois do lançamento do álbum "Revolver".

No leilão também foi colocada à venda uma fotografia dos Beatles assinada pelos membros do grupo que atingiu os 42.500 dólares (38.237 euros), e um bilhete, não utilizado, do primeiro concerto da banda nos Estados Unidos, em Washington DC em 1964, que foi arrematado por 30.000 dólares (26.990 euros).

Lusa

  • Governo prepara pacote de medidas para matas ardidas

    País

    O Governo vai preparar um pacote de medidas para as matas nacionais afetadas pelos incêndios, que passa pela elaboração de um relatório de ocorrências, por um programa de intervenção e pela aplicação da receita da madeira nessas matas.

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • Acabou o estado de graça

    Sá Carneiro dizia que qualquer Governo tem direito a um estado de graça de 100 dias. E que, depois disso, já não tem margem para deitar culpas ao Governo anterior. O discurso de Marcelo, no terreno, junto das vítimas, e não na torre de marfim de Belém, marca o tal "novo ciclo" que o Presidente há muito tinha anunciado, com data marcada: depois das autárquicas.

    Pedro Cruz

  • "O primeiro-ministro falhou em toda a linha"
    4:36

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares não acredita que a ministra da Administração Interna se despediu: "ela foi demitida pela Presidente ontem à noite publicamente". No Jornal da Noite, esta quarta-feira, o comentador da SIC declarou que o primeiro-ministro "falhou em toda a linha" e questionou se António Costa tinha a "coragem política de fazer o que é preciso". Sobre os incêndios, Miguel Sousa Tavares disse ainda que o maior problema não era haver reacendimentos, mas sim "não serem logo apagados e propagarem-se".

    Miguel Sousa Tavares

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51
  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • "O povo exige um novo ciclo"
    1:10

    Tragédia em Pedrógão Grande

    A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande exige que o primeiro-ministro faça um pedido de desculpas público às famílias das vítimas dos incêndios. A Presidente da Associação pede ainda a demissão do comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Após a reunião desta quarta-feira com António Costa, Nádia Piazza anunciou que o Governo assume as mortes de junho passado e chegou a acordo com os familiares das vítimas.

  • Uso de véu que tape o rosto proibido em serviços públicos no Quebec, Canadá
    1:04
  • 60 milhões de crianças com menos de 5 anos vão morrer entre 2017 e 2030

    Mundo

    Cerca de 15 mil crianças com menos de 5 anos morreram em 2016 em todo o mundo, e 46% destas morreram nos primeiros 28 dias de vida, segundo um relatório divulgado na quarta-feira pela Unicef. Apesar de se ter registado uma descida da mortalidade nos primeiros cinco anos de vida, de 9,9 milhões de mortes em 2000 para 5,6 milhões em 2016, a proporção de recém-nascidos entre os falecidos aumentou de 41% para 46% neste período.