sicnot

Perfil

Cultura

Yoko Ono deixou hospital e já regressou a casa

A artista multimédia Yoko Ono, de 83 anos, já regressou a casa depois de ter sido hospitalizada no sábado à noite, com sintomas de gripe, anunciou o filho.

Rebecca Blackwell

"Está na sua casa e a desenvolver as suas atividades habituais", afirma na rede social o filho, Sean Lennon, segundo a AFP.

Yoko Ono, viúva do músico britânico John Lennon, deu entrada no sábado num hospital em Nova Iorque, após um telefonema aos serviços de emergência médica.

A agência noticiosa espanhola Efe, citando o jornal Daily News, afirmou na sexta-feira que Yoko Ono, de 83 anos, encontrava-se no seu apartamento no edifício Dakota quando o serviço de emergência médica recebeu um telefonema.

O colunista Elliot Mintz, amigo da artista, afirmou, também na sexta-feira, que Yoko sentiu sintomas gripais e foi levada ao hospital por conselho médico, acrescentando que se encontra consciente, a falar, e que ainda hoje pode deixar o hospital.

Sean Lennon afirma no "twitter": "Apenas uma gripe. Talvez tenha de me vacinar contra a gripe".

Sean Lennon, também músico, trabalha com a mãe e com um grupo 'pop' japonês, Cibo Matto.

Sobre a possibilidade de a mãe ter tido um ataque cardíaco, Sean Lennon comenta: "O único ataque que Yoko Ono teve foi um ataque de génio! Ela está de facto bem. Obrigado por todos, os votos de pronto restabelecimento".

Lusa

  • A Verdade sobre a Mentira
    35:13
  • Elemento dos Super Dragões com medida de coação mais gravosa
    1:37

    Desporto

    Os seis arguidos da Operação Jogo Duplo, que investiga crimes de corrupção e viciação de resultados na II Liga de futebol, saíram em liberdade. A medida de coação mais gravosa é para um membro da claque Super Dragões, que terá de pagar uma caução de 5 mil euros.

  • Mais de 120 pessoas com hepatite A
    2:23

    País

    O surto de hepatite A já infetou 128 pessoas, 60 das quais estão internadas em hospitais de Lisboa e Coimbra. A Direção-Geral da saúde recomenda a vacinação apenas aos familiares dos doentes. Apesar de não haver ruptura de stocks, há farmácias que não têm vacinas.

  • Sobreviventes de Mossul relatam mutilações e execuções do Daesh
    1:32