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Morreu a arquiteta britânico-iraquiana Zaha Hadid

A arquiteta britânica de origem iraquiana Zaha Hadid, primeira mulher distinguida com o prémio Pritzker, a mais alta distinção na arquitetura, morreu hoje num hospital de Miami, nos Estados Unidos, anunciou o seu atelier em Londres.

© Andrew Innerarity / Reuters

"É com grande tristeza que a Zaha Hadid Architects confirma que Zaha Hadid morreu subitamente em Miami às primeiras horas desta manhã", lê-se num comunicado.

O texto precisa que a arquiteta, 65 anos, foi diagnosticada com uma bronquite dias antes e que sofreu um ataque cardíaco durante o tratamento no hospital.

"Zaha Hadid era amplamente considerada como a mais importante mulher arquiteta do mundo de hoje", afirma ainda o texto.

Hadid foi galardoada em 2004 com o prémio Pritzker, conhecido como "o Nobel da Arquitetura", que distingue anualmente um arquiteto que melhor cumpra os princípios enunciados pelo fundador da arquitetura clássica, Vitrúvio: solidez, beleza e funcionalidade.

Foi também a primeira mulher a receber a medalha real para a Arquitetura, em 2015, depois de Jean Nouvel, Frank Gehry e Oscar Niemeyer.

Nascida em Bagdad em 1950, estudou matemática na American University de Beirute e formou-se em 1977 na Architectural Association de Londres.

Zaha Hadid, que abriu o seu atelier em 1979, assinou nomeadamente as Óperas de Cantão, na China, e de Cardiff, no País de Gales, e o complexo de piscinas do estádio olímpico de Londres.

Lusa

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