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Festival Internacional da Máscara Ibérica alargado ao Museu da Marioneta e ao Teatro Taborda

O Festival Internacional Máscara Ibérica (FIMI) regressa a Lisboa entre quinta-feira e domingo, com uma programação alargada ao Museu da Marioneta e ao Teatro Taborda, disse à Lusa fonte da organização.

© Rafael Marchante / Reuters

"Este ano quisemos ter uma representação do território ainda mais forte, sendo que temos um dia dedicado a Miranda [do Douro], e alargámos a programação fora do espaço do Rossio, com atividades previstas para o Museu da Marioneta e para o Teatro Taborda", informou o presidente da associação de promoção cultural PROGESTUR, Hélder Ferreira.

O responsável salientou ainda que para a edição deste ano houve uma preocupação redobrada em "melhorar a imagem do próprio espaço" e que "quem esteve nos anos anteriores no Rossio vai encontrar um espaço mais agradável, com a realização de atividades para todos".

O Museu da Marioneta, gerido pela empresa municipal EGEAC, parceira na organização do evento, é uma das novidades nesta edição, recebendo 'workshops' para crianças, a partir das 14:30 de sábado.

"Achámos que fazia todo o sentido haver uma ligação com este espaço, uma vez que este museu também tem uma componente relacionada com máscaras", esclareceu a presidente do conselho de administração da EGEAC, Joana Gomes Cardoso.

O ponto alto do FIMI está marcado para sábado, a partir das 16:30, com o tradicional Desfile da Máscara Ibérica, que parte da Praça do Município, passando pela Rua do Ouro, e que termina no Rossio.

Para Hélder Ferreira, esta atividade "é aquilo que diferencia [o festival] ainda mais de outros projetos".

À semelhança dos anos anteriores, o evento conta ainda com a iniciativa Mostra das Regiões, que decorre todos os dias a partir das 11:00, com a divulgação da oferta gastronómica e cultural das 30 regiões participantes.

Antes do certame é realizado um concurso de fotografia, cujas imagens selecionadas pelo júri e pelo público estarão expostas no Teatro Taborda durante todo o festival, seguindo depois numa mostra itinerante por vários pontos de Portugal e Espanha durante o ano.

A dignificação e a promoção da temática da máscara, em conjunto com uma promoção do desenvolvimento regional, é o principal objetivo deste festival, que nos últimos anos tem contribuído para que "em termos culturais haja uma outra atenção quando se olha para a máscara e uma maior curiosidade pelos territórios que ligados a esta temática", sublinhou Hélder Ferreira.

Joana Cardoso acrescentou também que Lisboa é utilizada durante o FIMI como "uma espécie de montra" que dá oportunidade a quem visita o certame de conhecer "aquilo que se passa em diversas regiões do país".

Ao longo dos quatro dias do festival, organizado numa parceria conjunta entre a PROGESTUR, a EGEAC e com a Câmara Municipal de Lisboa, os visitantes podem ainda contar com animação de rua, sessões de autógrafos, tertúlias e diversos espetáculos musicais.

Lusa

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