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Orquestra Gulbenkian inicia digressão com o pianista Mário Laginha

A Orquestra Gulbenkian, dirigida pelo maestro Pedro Neves, inicia hoje, no Theatro Circo, em Braga, uma digressão com o pianista Mário Laginha.

"Esta digressão faz parte de uma série de deslocações que tem levado a Orquestra Gulbenkian a municípios como Marvão, Setúbal, Almada, Coimbra, Alcobaça e Barcelona, onde tocou no Palau de la Música Catalana", disse a Fundação Calouste Gulbenkian, em comunicado.

A Orquestra apresenta um programa constituído pela Abertura Sinfónica n.º 3, de Joly Braga Santos, a Sinfonia n.º 5, de Ludwig van Beethoven, e o Concerto para piano e Orquestra, de Mário Laginha, obra estreada em 2009, no 31.º Festival Internacional de Música do Algarve.

Depois do Theatro Circo, na capital minhota, a Orquestra Gulbenkian, com o pianista Mário Laginha, atua na quinta-feira, no Teatro de Vila Real, na sexta-feira, na Sé Catedral de Viseu, e na sexta-feira e no sábado, no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco.

No âmbito do seu 50.º aniversário, a Orquestra Gulbenkian gravou três CD, entre 2012 e 2013, com instrumentistas da orquestra como solistas, sob a direção de Lawrence Foster, Joana Carneiro e Pedro Neves.

Joana Carneiro é, desde 2006, maestrina convidada da Orquestra Gulbenkian e Susanna Mälkki, maestrina convidada principal, desde 2013, ano em que Paul McCreesh foi nomeado maestro titular da Orquestra.

Mário Laginha, 56 anos, estudou piano na escola de jazz Louisiana, em Cascais, dirigida por Luís Villas-Boas, na Academia de Amadores de Música e, posteriormente, no Conservatório Nacional, em Lisboa, com os professores Carla Seixas e Jorge Moyano.

Pianista com ampla atividade na área do jazz, tem feito incursões na música erudita, como a colaboração com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, em 2009, em que apresentou composições suas, inspiradas em peças de Chopin.

O músico apresentou-se com Bernardo Sassetti (1970-2012) e Pedro Burmester, e tem feito várias incursões no fado, tendo composto, entre outros, para Camané, Cristina Branco e, mais recentemente, Hélder Moutinho.

Lusa

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