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Teto do museu de Schengen desabou

O teto do museu europeu da pequena cidade luxemburguesa de Schengen, lugar simbólico da integração da União Europeia (UE), acaba de desabar repentinamente, como uma alegoria, dirão alguns, da grave crise da construção europeia.

© Wolfgang Rattay / Reuters

Foi na altura do fecho, na terça-feira, pouco depois das 18:00 (17:00 de Lisboa), que um terço do teto do museu caiu, sem provocar ferimentos entre os dois visitantes e o empregado que se encontravam no interior.

"É sinal de que é preciso fazer obras", comentou à AFP de forma prosaica o burgomestre de Schengen, Ben Homan, nome que está associado há 30 anos à livre circulação de bens, serviços e pessoas, uma das realizações mais concretas da construção europeia.

Foi em Schengen, localidade rodeada de vinhedos, que cinco Estados membros da União Europeia (Alemanha, França, Bélgica, Países baixos e Luxemburgo) "assinaram em 14 de junho de 1985, a bordo do navio 'Princesse Marie-Astrid' um acordo que previa a supressão dos controlos de pessoas nas suas fronteiras interiores", relembra o museu no seu sítio na internet.

O acordo, adotado hoje por 22 membros da União Europeia, bem como por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, entrou em vigor em 1995. Mas, no último ano, perante o afluxo de refugiados, a Alemanha, a Áustria, a Dinamarca, a Suécia e a Noruega restabeleceram o controlo das suas fronteiras.

O museu retrata a evolução das fronteiras da Europa de 1815 até à atualidade, com mapas interativos, relembra a atividade dos contrabandistas, expõe os chapéus dos guardas fronteiriços e propõe aos seus visitantes o fabrico de um passaporte.

Lusa

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