sicnot

Perfil

Cultura

"Remake" do filme sobre milagre do Sol de Fátima apresentado sexta-feira em Cannes

O projeto do "remake" do filme "The miracle of Our Lady of Fatima" (1952) e que pretende difundir a mensagem de paz de Fátima é apresentado na sexta-feira em Cannes, estando previsto que as gravação comecem no verão.

Francisco Seco

"Fátima" retrata a história dos eventos da Cova da Iria, em Fátima, no distrito de Santarém, que a produção do filme descreve como "sobrenaturais" e que estão relacionados com o testemunho de cerca de 70 mil pessoas, que alegaram ter visto o "milagre do Sol" a 13 de outubro de 1917.

O projeto, que terá um investimento de 10 milhões de euros, junta investidores de vários países e será rodado em Roma e na região de Lazio durante o próximo verão.

Num comunicado da produção do filme, Frida Torresblanco diz que esta é uma história incrivelmente pertinente", acrescentando a produtora que "Fátima" servirá para "transmitir o impacto da fé na vida dos crentes".

"A mensagem de paz de Fátima é universal. Mais do que nunca, o mundo deve pensar sobre como, hoje em dia, podemos ajudar a humanidade e realçar o que de facto é positivo na Terra", afirma outra das produtoras, Rose Ganguzza.

"Fátima" terá como realizador será Marco Pontecorvo, que trabalhou em "A Guerra dos Tronos".

No dia da apresentação do projeto, que coincide com o 99.º aniversário das aparições de Fátima, será celebrada uma missa na Catedral de Notre Dame da Boa Viagem, em Cannes, França.

O filme é iniciativa de três produtoras norte-americanas e de uma italiana. No total, o custo da produção está calculado em 12 milhões de dólares, cerca de 10,7 milhões de euros.

Para o vice-reitor do Santuário de Fátima, igualmente citado pelo serviço de imprensa do filme, a nova produção "é uma boa iniciativa", acreditando Vítor Coutinho que "Fátima", ainda sem data de estreia anunciada, poderá ser "um bom instrumento para a difusão da mensagem de Fátima".

Lusa

  • Pyongyang compara Trump a Hitler

    Mundo

    A Coreia do Norte compara o Presidente norte-americano Donald Trump a Adolf Hitler. Pyongyang já acostumou o mundo à sua linguagem "colorida" quando critica os seus inimigos. Mas comparações com o responsável por mais de 60 milhões de mortes são muito raras.