sicnot

Perfil

Cultura

Dia dos Museus celebrado hoje

O Dia Internacional dos Museus, dedicado este ano à relação destes espaços com a paisagem cultural, celebra-se hoje com entradas gratuitas em museus, palácios e monumentos, e uma programação de visitas, ateliês e encenações históricas.

Museu Berardo

Museu Berardo

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

Instituído pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), o Dia Internacional dos Museus tem este ano como tema "Museus e paisagens culturais", visando promover a ideia de museu enquanto centro territorial de proteção ativa da paisagem cultural.

O primeiro-ministro, António Costa, para assinalar a data, visita a partir das 12:00, a exposição "Lusitânia Romana. Origem de dois povos", no Museu Nacional de Arqueologia, organização conjunta do museu português, com o Museo Nacional de Arte Romano, de Mérida, Espanha, com a colaboração científica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Hoje, os museus, palácios e monumentos da tutela da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) têm entrada livre, na Noite dos Museus, a 21 de maio, estarão abertos gratuitamente, a partir das 17:30.

Cerca de 44 concelhos do país aderem às celebrações, nos seus 79 museus, monumentos e palácios, participando com dezenas de atividades como visitas guiadas, exposições, ateliês, teatro, palestras, concertos e lançamentos de livros, entre outras.

Em Lisboa, o Museu Nacional dos Coches promove, entre as 10:00 e as 17:30, o "Passeio Real por Belém", que faz um percurso pela zona histórica de Belém em charrete, com partida do novo edifício.

Também na capital, mas no dia 21 de maio, Noite dos Museus, às 18:00, o Museu da Água realiza "Os fantasmas do Loreto", uma visita comentada na galeria subterrânea do Loreto, com animação histórica que irá percorrer 1,2 quilómetros, entre o reservatório da Mãe d'Água, das Amoreiras, e o Reservatório da Patriarcal, no jardim do Príncipe Real.

Lusa

  • As mulheres na clandestinidade durante o Estado Novo
    7:32

    País

    Não se sabe quantas mulheres portuguesas viveram na clandestinidade durante o Estado Novo, mas estiveram sempre lado a lado com os homens que trabalhavam para o Partido Comunista na luta contra a ditadura. Aceitavam serem separadas dos filhos e mudarem de identidade várias vezes ao longo dos anos. A história de algumas destas mulheres estão agora reunidas num livro que acaba de ser lançado.