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Feira do Livro de Lisboa abre quinta-feira com número recorde de 277 pavilhões

A 86.ª Feira do Livro de Lisboa, no parque Eduardo VII, abre na próxima quinta-feira, com dez novos participantes, entre os 123 inscritos, e "um número recorde de 277 pavilhões", disse hoje o seu diretor técnico

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Entre as novidades deste ano, Pedro Pereira da Silva, diretor técnico da Feira, uma organização da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), destacou a criação de uma aplicação móvel "Feira do Livro de Lisboa", disponível para Android e iOS. Esta aplicação gratuita permite ao utilizador aceder ao mapa do certame, pesquisar autores, títulos e a sua disponibilidade por editor, saber os autores presentes, apresentações de livros e os "livros do dia".

O presidente da APEL, João Amaral, anunciou "com grande satisfação" o regresso do Brasil, com um pavilhão, seis anos depois da última presença daquele país, no certame.

João Amaral revelou que a Feira irá ser visitada por editores estrangeiros, numa iniciativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

A ideia -- explicou João Amaral -- é que os editores estrangeiros possam comprar em Lisboa os direitos dos livros de autores nacionais "e não serem só os editores portugueses a irem vendê-los às Feiras do Livro de Frankfurt ou Londres".

"É uma experiência que os editores aplaudem", disse, acrescentando que os convites foram feitos através das embaixadas de Portugal, e este ano são aguardados editores e agentes literários ingleses e alemães.

A "Hora H", que permite comprar livros fora dos 18 meses do preço fixo, com o mínimo de 50% de desconto, volta a acontecer na última hora da Feira - entre as 22:00 e as 23:00 -, a partir do próximo dia 30, e tem, este ano, uma adesão de 80% dos participantes, disse Pedro Pereira da Silva.

Lusa

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