sicnot

Perfil

Cultura

Feira do Livro de Lisboa abre hoje com 277 pavilhões

A 86.ª Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII, abre hoje, às 11:00, estando a inauguração oficial prevista para as 15:00, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Nesta edição, há mais 21 participantes do que na edição anterior, um aumento de cerca de 10% em relação ao ano passado. (Arquivo)

Nesta edição, há mais 21 participantes do que na edição anterior, um aumento de cerca de 10% em relação ao ano passado. (Arquivo)

SIC

A cerimónia acontece na entrada sul do parque, junto ao Marquês de Pombal, e conta ainda com a presença do secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, e do presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, entre outras personalidades.

Também, antes da abertura oficial, às 12:00, realiza-se uma parada de mascotes das personagens favoritas dos leitores infantojuvenis, acompanhada por uma banda de mimos, que tocam música do filme "Dixieland".

A edição deste ano da Feira do Livro conta com dez novos participantes, entre os 123 inscritos, e "um número recorde de 277 pavilhões", disse o seu diretor técnico, Pedro Pereira da Silva.

Entre as novidades deste ano, Pedro Pereira da Silva destacou a criação de uma aplicação móvel, "Feira do Livro de Lisboa", que ficará disponível para Android e iOS.

Esta aplicação gratuita vai permitir ao utilizador aceder ao mapa do certame, pesquisar autores, títulos e a sua disponibilidade por editor, saber os autores presentes, apresentações de livros e os "livros do dia".

João Amaral, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), entidade que organiza a Feira, anunciou, "com grande satisfação", o regresso do Brasil, com um pavilhão, seis anos depois da última presença daquele país, no certame.

A Feira irá, pela primeira vez, ser visitada por editores estrangeiros, numa iniciativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

A ideia, explicou João Amaral, é que os editores estrangeiros possam comprar em Lisboa os direitos dos livros de autores nacionais, "e não serem só os editores portugueses a irem vendê-los às Feiras do Livro de Frankfurt ou Londres".

A "Hora H", que permite comprar livros, fora dos 18 meses do preço fixo - editados há mais de ano e meio -, com o mínimo de 50% de desconto, volta a acontecer na última hora da Feira, entre as 22:00 e as 23:00, a partir do próximo dia 30, e tem, este ano, uma adesão de 80% dos participantes, disse Pedro Pereira da Silva.

Outra iniciativa que regressa é "Acampar com histórias", destinada a crianças entre os oito e os dez anos, que vão acampar durante uma noite na Estufa Fria, mas as inscrições "estão já esgotadas", disse Pereira da Silva. Estão previstas oito noites com grupos de 20 crianças.

A feira encerra no dia 13 de junho.

Lusa

  • Feira do Livro arranca quinta-feira em Lisboa
    1:29

    Cultura

    A Feira do Livro começa esta quinta-feira no Parque Eduardo VII, em Lisboa. Este ano são várias as novidades que fazem parte da 86ª edição. Está prevista uma happy hour com descontos em vários livros, uma aplicação onde pode ver onde está situada cada editora e ainda uma área de restauração com opções mais saudáveis, o que não acontecia no passado. O evento decorre até dia 13 de junho.

  • As primeiras decisões do Presidente Trump
    1:39
  • "Há sobretudo um fosso entre o discurso que Trump faz e os de Obama"
    6:13

    Opinião

    Cândida Pinto e Ricardo Costa analisaram a tomada de posse de Donald Trump. O diretor de informação da SIC disse que o discurso de Trump "mexe com a sua base de apoio" e defende que "a grande questão não vai ser a relação com a Rússia, mas sim com a China". Já a Editora de internacional disse que o discurso foi "voltado para dentro, nacionalista, partidarista, com ataque à elite de Washington".

    Ricardo Costa e Cândida Pinto

  • Celebridades protestam contra Trump
    3:00

    Mundo

    Tem sido assim desde a campanha e continua. Grande parte da comunidade de artistas não está nada contente com o Presidente eleito. Vários artistas aproveitaram o dia da tomada de posse para se reunirem em Nova Iorque e protestarem contra Donald Trump.

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.

  • Encontrados dez sobreviventes no hotel engolido por um avalanche em Itália
    1:44
  • Cantora brasileira conhecida pela "Lambada" terá sido assassinada
    1:25

    Mundo

    Terá sido assassinada a cantora brasileira conhecida em Portugal pela "lambada", um ritmo que marcou o fim dos anos 90. Foi encontrada carbonizada dentro do próprio carro depois de assaltada em casa. Três suspeitos suspeitos do homicídio da cantora Loalwa Braz foram já detidos.