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"Matéria-Prima" de Siza Vieira inaugurada no Museu de Serralves no Porto

"Matéria-Prima" de Siza Vieira inaugurada no Museu de Serralves no Porto

A exposição "Matéria-Prima" do arquiteto Álvaro Siza Vieira foi inaugurada ontem no Museu de Serralves,no Porto. A exposição junta registos de 27 projetos icónicos do arquiteto e está em exibição até 18 de setembro.

  • Vizinhos: Álvaro Siza na Giudecca, Veneza
    37:31

    Vizinhos

    Álvaro Siza deslumbra-se sempre com Veneza. Nos anos 80 foi o escolhido para traçar um plano de habitação social para a ilha da Giudecca, frente ao centro histórico de Veneza. Um projeto de linhas sóbrias entre os palácios e as igrejas de Veneza, junto a edifícios de dois grandes arquitetos italianos: Carlo Aymonino e Aldo Rossi. Na visita que fez aos moradores do edifício construído em Campo di Marte, Álvaro Siza deu explicações sobre as suas opções arquitetónicas, ouviu elogios e inquietações. O Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza homenageia o arquiteto e está instalado justamente num outro edifício inacabado do Prémio Pritzker português.

  • Siza Vieira projetou plano para reconversão de uma parte de Veneza nos anos 80
    1:27

    Vizinhos

    Álvaro Siza Vieira é o autor de um plano para a reconversão de uma parte de Veneza encomendado nos anos 80. O arquiteto visitou um dos edifícios construídos no âmbito de uma viagem por 4 cidades da Europa onde projetou habitação social. O Prémio Pritzker português é o homenageado no Pavilhão de Portugal, na Bienal de Arquitetura de Veneza que decorre até Novembro. A SIC acompanhou estas visitas na série documental "Vizinhos" que pode ver hoje na SIC Notícias.

  • Vizinhos: Bonjour Tristesse, Berlim
    37:47

    Vizinhos

    O Muro de Berlim ainda estava de pé quando Álvaro Siza projeta um edifício e outros equipamentos na cidade então dividida pela Guerra Fria, no início dos anos 80. Entre habitantes alemães e uma vasta comunidade turca, o arquiteto ergue um edifício que acabou por ficar marcado por um graffiti colocado durante a noite no topo do prédio: Bonjour Tristesse. Hoje o edifício é um exemplo de gentrificação, seduz novos arquitetos e profissionais liberais, atraídos pela obra de Álvaro Siza, projetada como habitação social. O Bairro de Kreuzberg mudou, tornou-se um pólo de atração para turistas e vida noturna. Álvaro Siza encontrou entre os moradores do Bonjour Tristesse turcos e alemães seduzidos pela arte do Prémio Pritzker português.

  • O grafitti Bonjour Tristesse
    1:55

    Vizinhos

    Em Berlim , o edifício projetado por Alvaro Siza no bairro de Kreuzberg é conhecido por Bonjour Tristesse. Trata-se de um graffiti que divide opiniões e que muitos moradores desconhecem a origem.

  • Vizinhos: A Haia de Siza multicultural
    37:26

    Vizinhos

    Quando Álvaro Siza foi convidado a intervir no bairro de Shilderswijk em Haia, nos anos 80, metade da população era holandesa e a outra metade era imigrante. Hoje , mais de 90% dos habitantes de Shilderswijk têm as origens mais diversas, de dezenas de países. Turcos, marroquinos, paquistaneses, originários do Suriname, da Índia, etc. Álvaro Siza conheceu essa diversidade. Esteve na casa de uma familia angolana que há mais de 10 anos vive no bairro e encontrou-se com um refugiado sírio recentemente chegado a uma casa projectada por Siza.

  • Família perde tudo na aldeia de Queirã
    2:32
  • Temperaturas sobem no fim de semana, risco de incêndio aumenta
    1:08

    País

    A chuva que caiu nos últimos dias não deverá ter impactos relevantes na dominuição da seca e, por isso, o risco de incêndios vai voltar a aumentar com nova subida das temperaturas. Os termómetros podem chegar aos 30 graus entre domingo e quarta-feira.

  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão