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GNR editam em setembro biografia dos 35 anos de carreira

O grupo rock português GNR edita em setembro uma nova biografia, para celebrar 35 anos de carreira, asssinada por Hugo Torres, e a apresentação decorrerá no dia 20 desse mês na Casa da Música, no Porto, revelou a editora.

Com selo da Porto Editora, o livro foi escrito pelo jornalista Hugo Torres e recupera a história dos GNR desde a formação, no início dos anos 1980, até à atualidade, quando comemoram 35 anos de carreira.

Apresentado como a biografia oficial dos GNR, o livro surge 27 anos depois de "Afetivamente", escrito por Luís Maio e editado pela Assírio & Alvim em 1989, ano em que a banda lançou o álbum "Valsa dos Detectives".

De acordo com a Porto Editora, a nova biografia será publicada e apresentada a 20 de setembro na Casa da Música, onde os músicos subirão pela primeira vez ao palco, na Sala Suggia, para uma entrevista e para a interpretação de quatro temas, uma por cada década de história.

Formados por Rui Reininho, Toli César Machado e Jorge Romão, os GNR andam em maré de celebrações. No outono, já depois do lançamento da biografia, darão dois concertos sobre os 35 anos de carreira, que contarão com outros músicos que colaboraram com o grupo.

Os concertos serão a 5 de novembro, no Multiusos de Guimarães, e a 12 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, e estão já confirmadas as presenças de Isabel Silvestre, que gravou com os GNR "Pronúncia do norte", e do espanhol Javier Andreu, uma das vozes de "Sangue oculto", dois temas do álbum "Rock in Rio Douro" (1992).

Este ano, o grupo também já assinalou os trinta anos do álbum "Psicopátria", tocando-o na íntegra em março, no Teatro Rivoli, no Porto, e, em julho, no festival Super Bock Super Rock, em Lisboa.

Ainda antes da entrada de Rui Reininho, os GNR editaram o primeiro 'single', "Portugal na CEE", em 1981, com Alexandre Soares, na voz e guitarra. Em 1982, já com o atual vocalista, lançaram o álbum de estreia, "Independança", e atuaram no festival de Vilar de Mouros.

Com mais de uma dezena de discos, o mais recente dos quais é "Caixa negra", de 2015, os GNR são uma das poucas bandas rock portuguesas ainda em atividade, ao lado de grupos como Xutos & Pontapés e UHF.

Lusa

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