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Douro Jazz arranca com "artista galáctico" francês Richard Galliano

Os concertos do acordeonista francês Richard Galliano e da Orquestra Jazz de Matosinhos, tendo como convidada Manuela Azevedo, são alguns dos destaques do Festival Internacional Douro Jazz que celebra a música em tempo de vindimas no Douro.

O Festival Internacional Douro Jazz, que decorre entre o próximo sábado e 08 de outubro, em Vila Real, inclui oito concertos e promete um "dos melhores cartazes de sempre" deste evento que se repete há 13 anos.

O diretor do Teatro de Vila Real, Rui Araújo, disse hoje à agência Lusa que a abertura cabe a um "mestre absoluto" do jazz e um "artista galáctico", o acordeonista francês Richard Galliano, que vai apresentar o seu trabalho "New Musette".

O concerto de Richard Galliano é gratuito e está agendado numa parceria entre o município de Vila Real e a Associação Douro Generation, no âmbito da iniciativa Douro Vintage Fest.

Rui Araújo destacou ainda o concerto de encerramento que fica a cargo da Orquestra Jazz de Matosinhos, que vai ter como convidada em palco a vocalista dos Clã, Manuela Azevedo.

Pelo meio sobe ao palco do Teatro de Vila Real Sérgio Carolino, um dos "grandes tubistas mundiais", que apresenta num concerto dois dos seus projetos: "TUBAB" (tuba e bateria) e "TUBAX" (tuba e saxofone).

Para a sua participação no festival, Rodrigo Amado, saxofonista e improvisador, convidou o norte-americano Chris Corsano, baterista na vanguarda da improvisação livre que já tocou com artistas tão diferentes como Evan Parker, Kim Gordon (Sonic Youth) ou Björk.

O piano tem dois protagonistas no Douro Jazz, nomeadamente Filipe Raposo e o alemão Alexander von Schlippenbach, figura de destaque nos meios do jazz e da música improvisada ao longo das últimas três décadas.

O diretor destacou ainda que, numa outra abordagem ao jazz, o festival mostra o filme-concerto "Aurora", musicado ao vivo por Nuno Costa e Óscar Graça, bem como o espetáculo infantil "O jazz é fixe!", que introduz os mais novos de forma lúdica neste estilo universal.

"Vila Real tem um festival que está ao nível dos melhores festivais europeus, tendo em conta os nomes que estão envolvidos no cartaz", afirmou Rui Araújo.

A aposta é, frisou, na "qualidade" e, por isso, o esforço é direcionado para que "Vila Real integre os grandes circuitos de jazz portugueses e europeus".

O orçamento da 13.ª edição do festival é de 40 mil euros. No ano passado, o festival contabilizou cerca de 1.400 espetadores.

O Douro Jazz procura celebrar as vindimas que já se começam a fazer na região demarcada mais antiga do mundo.

"É curioso vermos que há pessoas que associam as duas atividades e marcam férias nesta altura para virem participar nas vindimas e assistir aos nossos espetáculos. E é esse conceito que o festival procura cruzar, os nossos produtos e as atividades culturais", salientou o diretor do teatro.

Lusa

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