sicnot

Perfil

Cultura

Morreu Cláudio Nunes, dos Corvos

Divulgação

O músico Cláudio Panta Nunes, violoncelista dos Corvos, morreu no domingo, em Lisboa, aos 32 anos, em consequência de um cancro, disse à agência Lusa fonte da empresa de agenciamento.

O músico fazia parte dos Corvos há mais de uma década, mas nos últimos meses estava afastado dos palcos por razões de saúde.

Natural de Sintra, o músico estudou trompete na Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme e prosseguiu os estudos no Conservatório Nacional, onde transitou para violoncelo, e na Escola Superior de Música de Lisboa.

Antes dos Corvos, Cláudio Panta Nunes fez parte da Banda do Exército.

De acordo com a mesma fonte da empresa de agenciamento, os Corvos manterão os concertos já agendados, nomeadamente a 04 de fevereiro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Os Corvos surgiram em 1998 e integravam atualmente Pedro Teixeira Silva (violino), Tiago Flores (violino), Luís Santos (viola d'arco), Cláudio Nunes (violoncelo), Pedro Silva (bateria) e Nuno Correia (baixo).

Têm vários álbuns editados, entre discos de versões e originais, entre o quais "Corvos visitam Xutos" (1999), "Post Scriptum" (2001), "Medo" (2010) e "Corvos convidam" (2015).

Não foram disponibilizadas informações sobre o funeral de Cláudio Panta Nunes.

Lusa

  • Passos acusa Governo de "sacudir água do capote"

    País

    O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou este sábado o Governo de "sacudir a água do capote" para não assumir a responsabilidade pelo que está a ser decidido, usando uma política de comunicação que considerou ser um "embuste".

  • Quase 200 polícias solidários com agentes acusados
    2:29

    País

    Perto de 200 polícias manifestaram-se este sábado na sede da PSP em Alfragide, em solidariedade com os 18 agentes acusados no processo Cova da Moura. O Sindicato Nacional de Polícia associou-se ao protesto e diz existir um aproveitamento político do caso.

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.