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Shakira adia digressão que passava por Lisboa devido a lesão nas cordas vocais

Shakira

Ruben Sprich

A artista colombiana Shakira adiou toda a sua digressão europeia até 2018, devido a uma hemorragia nas cordas vocais, pelo que ficam suspensos os concertos anunciados para Espanha, França e Portugal, anunciou hoje a sua promotora em Espanha.

A cantora já havia cancelado cinco concertos -- hoje deveria atuar em Amesterdão -- e hoje de manhã anunciou que adia até ao próximo ano o resto da digressão.


As próximas cidades de atuação iriam ser Montpellier, em França (16 de novembro), Bilbao (17 de novembro), Madrid (dia 19), Lisboa (dia 22), Corunha (23) e Barcelona (25 e 26).


Segundo o comunicado da promotora citado pela agência EFE, devido a esta hemorragia nas cordas vocais, Shakira foi aconselhada a adiar todas as próximas atuações para que possa recuperar adequadamente antes de começar a sua digressão mundial e evitar lesões adicionais.


Entretanto, na página oficial de Shakira foi publicada uma mensagem aos fãs, na qual a cantora diz nunca ter passado por semelhante experiência em toda a sua carreira: "Como tal, com um peso no coração, anuncio que estou obrigada a adiar a minha digressão europeia até 2018, para dar ao meu corpo as várias semanas necessárias dedicadas à recuperação completa", pode ler-se na mensagem, na qual agradece todo o apoio que tem recebido.


Shakira lamenta "não poder cantar este mês, para todos aqueles que fizeram o impossível para conseguir bilhetes" e acompanhá-la ao longo de vários países europeus. No passado dia 10 de novembro foi anunciado o adiamento dos concertos de Shakira em Paris, Antuérpia e Amesterdão.

Esta seria a primeira digressão de Shakira após vários anos afastada dos grandes palcos. Os seus últimos concertos em Espanha remontam a 2011, integrados na "The Sun Comes Out World Tour". Esta nova digressão chega após o lançamento de "El Dorado" (Sony Music), o décimo primeiro álbum da sua carreira.


A Lusa tentou obter mais informações junto da promotora do concerto de 22 de novembro em Lisboa, mas tal não foi possível em tempo útil.

Lusa

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