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Assédio, desigualdade, imigração e Trump. O lado político dos Grammys

Assédio, desigualdade, imigração e Trump. O lado político dos Grammys

Patrícia Almeida

Patrícia Almeida

Texto e edição

Jornalista

Hillary Clinton foi a surpresa da noite. Apareceu num sketch humorístico com James Corden. O apresentador da cerimónia escolhia "o melhor intérprete" do livro que muito irritou Donald Trump, "Fire and Fury". A 60.º edição dos Grammys ficou ainda marcada por outros discursos políticos.

Os discursos políticos da 60.º edição dos Grammy

A cantora Janelle Monae fez o discurso #timesup da noite. "Para aqueles que nos querem silenciar, temos duas palavras: esse tempo acabou. E falamos do tempo da desigualdade salarial, o tempo da discriminação, o tempo do assédio de qualquer tipo e do abuso de poder."

Kesha, ela própria vítima de assédio sexual nos primeiros anos de carreira, interpretou com Bebe Rexha, Cyndi Lauper, Camila Cabello, Andra Day, Julia Michaels "Praying", um hino às mulheres que denunciaram abusos.

No encerramento da cerimónia, orapper Logic deixou uma mensagem para os emigrantes que vieram para os Estados Unidos atrás de um sonho e também para as mulheres.

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