sicnot

Perfil

Desporto

Telma Monteiro quer recuperar bem de lesão para as grandes provas de 2015

A judoca portuguesa Telma Monteiro, que desde segunda-feira divide a liderança do 'ranking' mundial de -57 kg com a francesa Automne Pavia, afirmou hoje querer recuperar bem da lesão no cotovelo para as grandes provas do ano.

© Toru Hanai / Reuters

"Neste momento o importante é recuperar da lesão, que é sempre chata e complica os nossos planos, mas acho que ainda vou a tempo das grandes competições deste ano", disse Telma Monteiro, em declarações à agência Lusa.

À margem de um treino para a corrida solidária Wings for Life, em Lisboa, a judoca do Benfica revelou que, depois de "recuperar bem e estar a 100%", prevê regressar no Masters, em Rabat, a 23 e 24 de maio, "e, eventualmente, um 'Grand Slam'", antes dos Jogos Europeus, entre 12 e 28 de junho.

"Os Jogos Europeus vão ser um grande evento, não estava planeado estar presente. Surgiu essa oportunidade, devido a outras circunstâncias, e acho que se junta o útil ao agradável, num grande evento e a contar como um Campeonato da Europa no judo. Espero estar 100% recuperada e 100% bem para, porque não, chegar ao penta", assumiu Telma Monteiro.

A judoca do Benfica, quatro vezes campeã da Europa, é uma das embaixadoras da corrida portuguesa Wings for Life, agendada para 03 de maio, com partida junto ao pavilhão Rosa Mota, no Porto, e com um percurso pelas cidades de Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Espinho, Ovar, Aveiro e Murtosa, mas sem uma distância definida ou uma chegada física.

O vencedor vai voltar a ser encontrado por um carro que funciona como meta, que vai partir 30 minutos depois dos corredores, apanhando-os até ao último homem e à última mulher, que vão ser coroados campeões da Wings for Life World.

Em 2014, entre os 35.397 atletas de 164 nacionalidades, o etíope Lemawork Ketema sagrou-se o campeão, ao percorrer 78,58 quilómetros, em Donautal, na Áustria, enquanto a norueguesa Elise Selvikvag Molvik foi a última atleta a ser apanhada pelo carro-meta, após 54,78 quilómetros, em Stavanger, na Noruega.

António Sousa e Mária Santos venceram a corrida portuguesa Wings for Life, que contou com 478 participantes, ao percorrerem 46,82 e 24,65 quilómetros, respetivamente.

As receitas das inscrições para a corrida, que tem o mote "correr por aqueles que não podem", revertem na totalidade para a Fundação Wings for Life, que financia projetos de investigação sobre a espinal-medula em todo o Mundo. Em 2013, foram angariados mais de três milhões de euros.

"Esta é uma corrida diferente, em que se corre por todos os que não podem e cujas receitas revertem para a investigação para a cura das lesões na espinal medula, pelo que tenho imenso gosto em tentar fazer com que o maior número de pessoas participe", frisou Telma Monteiro.








Lusa
  • Eurogrupo dá luz verde ao Orçamento do Estado
    0:29

    Orçamento do Estado 2017

    O Orçamento português passou no Eurogrupo mas os ministros das Finanças alertam que podem ser precisas mais medidas para cumprir as metas e em março vão voltar a olhar para as contas. Para já, estão satisfeitos com o compromisso assumido por Mário Centeno e mais sete ministros da zona euro, cujos Orçamentos estão em risco de incumprimento.

  • Youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Reportagem da SIC "Renegados"
    1:27

    Grande Reportagem SIC

    O youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Grande Reportagem SIC "Renegados".Desde ontem já teve 67 mil visualizações no Facebook. Imagine que ia renovar o cartão de cidadão e diziam-lhe que afinal não é português? Mesmo tendo nascido, crescido, estudado e trabalhado sempre em Portugal? Foi o que aconteceu a inúmeras pessoas que nasceram depois de 1981, quando a lei da nacionalidade foi alterada.«Renegados» é como se sentem estes filhos de uma pátria que os excluiu. Para ver, esta quarta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "A nossa guerra não deixou heróis, só vilões e vítimas"
    5:26

    Mundo

    Luaty Beirão é o rosto mais visível de um movimento de contestação ao regime angolano que começou em 2011, ano da Primavera árabe. Mas a par dos 15+2, mediatizados num processo que os condenou por lerem um livro, outros activistas arriscam diariamente a liberdade. A SIC esteve em Luanda e falou com o advogado Adolfo Campos e com os músicos Carbono Casimiro, Mona Dya Kidi e David Salei. Já todos estiveram presos. Já todos foram vítimas de violência policial. Defendem que "a geração anterior comprometeu o país" e acreditam que só a mudança política pode trazer um futuro melhor. Para estes jovens activistas, a guerra que arrasou o país, e com que o regime justifica tudo, não deixou heróis, apenas "vilões e vítimas".

  • Homem e cão resgatados das águas na Andaluzia
    0:32