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China quer transformar-se numa grande potência futebolística

A China tenciona abrir 50.000 escolas de futebol durante a próxima década, no âmbito de um plano para elevar o país ao estatuto de grande potência, já alcançado noutras modalidades, e corresponder ao "desejo do povo".

Reuters

"Revitalizar o futebol é uma tarefa obrigatória para transformar a China numa potência desportiva, o que é parte integrante do sonho chinês e também o desejo do povo", diz o plano, divulgado hoje na primeira página dos principais jornais do país.

 Aprovado no final do mês passado pelo "Grupo Dirigente do Partido Comunista (PCC) encarregue do aprofundamento das reformas", organismo dirigido pelo Presidente da Republica, Xi Jinping, o plano assume a ambição da China de organizar um dia um Mundial de futebol pela primeira vez.

"Sendo o desporto mais popular do mundo, o futebol pode impulsionar um enorme crescimento económico e uma maciça participação social na China. O seu desenvolvimento ampliará também o poder cultural do país", disse um comentador citado pelo Global Times.

O futebol só foi profissionalizado na China no início da década de 1990, quando a liderança do PCC aboliu o sistema de "planificação central", típica dos regimes comunistas, e adotou um novo modelo, chamado "economia de mercado socialista".

 Vinte anos depois, o país mais populoso do planeta, com cerca de 1.370 milhões de habitantes, tornou-se a segunda maior economia mundial, logo a seguir aos Estados Unidos, mas figura em 83.º no ranking da FIFA.

Em 2014, o numero registado de estudantes chineses que jogavam futebol rondava os 190.000, menos um terço do que dez anos antes, salientou ao China Daily o secretário-geral da Associação Chinesa de Futebol (CFA).

De acordo com o plano revelado hoje, nos próximos cinco anos, a prática do futebol será uma "componente obrigatória" da disciplina de educação em 20.000 escolas, número que em 2025 deverá chegar aos 50.000
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