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Presidente da FIFA diz que boicotes nunca deram resultados

O presidente da FIFA, o suíço Joseph Blatter, rejeita a possibilidade de um boicote aos Mundiais de futebol da Rússia em 2018 e do Qatar em 2022, justificando que é uma medida que nunca deu resultados positivos.

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

© Enrique de la Osa / Reuters

"Falando dessas duas competições é fundamental que o futebol e o desporto estejam unidos, sobretudo em relação a um boicote, algo que nunca deu resultados", salientou Blatter antes do congresso da UEFA, que decorre em Viena.

O dirigente referiu a necessidade de se estar atento às "interferências políticas" e especificou que a Europa, a origem do futebol, deveria ser a primeira a dar o exemplo, sem apontar mais detalhes.

Recentemente o presidente ucraniano Petro Porochenko apelou, em declarações ao jornal alemão Bild, a um boicote ao Mundial na Rússia, caso o país não retire as suas tropas da Ucrânia.

Entretanto, a UEFA reiterou à FIFA o seu desejo de ter mais uma seleção europeia nos Mundiais de futebol, e o seu secretário-geral, o italiano Gianni Infantino, assinalou que "as melhores seleções devem estar na competição".

Joseph Blatter concorre a um quinto mandato à frente da FIFA, numa corrida em que tem como adversários o holandês Michael van Praag, ao príncipe jordano Ali Bin Al Hussein e o português Luís Figo.

As eleições para a presidência da FIFA realizam-se a 29 de maio.


Lusa
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