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Ciclistas protestam contra falta de segurança na Volta ao País Basco

Os participantes na Volta ao País Basco atrasaram esta terça-feira o início da segunda etapa, em protesto contra a falta de segurança da prova, depois de uma queda na primeira tirada ter levado quatro ciclistas ao hospital.

A segunda etapa, entre Bilbau e Vitória, começou cinco minutos depois da hora prevista.

A segunda etapa, entre Bilbau e Vitória, começou cinco minutos depois da hora prevista.

MIGUEL TONA / Lusa

A segunda etapa, entre Bilbau e Vitória, começou cinco minutos depois da hora prevista por iniciativa da Associação Internacional de Ciclistas Profissionais (CPA), que lamentou que corredores como o espanhol Sergio Pardilla (Caja Rural), o norte-americano Peter Stetina (BCM), o francês Nicolas Edet (Cofidis) e o britânico Adam Yates (Orica-GreenEdge), possam ter comprometido a sua temporada pela falta de segurança na chegada de segunda-feira.

"No último quilómetro da prova, uma fila de mecos metálicos, fixados no solo, que não foram retirados e sobre os quais se colocou unicamente um cone na sua parte superior como medida preventiva, causou uma queda grave e feridas em vários corredores que agora podem ter a sua temporada comprometida", queixou-se a CPA, pedindo uma maior atenção à segurança dos ciclistas por parte da organização da Volta ao País Basco. 

Pardilla foi transportado para o hospital com um traumatismo cranioencefálico, hemoptises (expetoração de sangue) e uma fratura no pulso esquerdo, Stetina teve uma fratura da rótula esquerda e da meseta tibial, além de várias costelas fraturadas, Yates sofreu uma fratura de um dedo da mão direita e Edet uma fratura no extremo distal da clavícula esquerda. 
Lusa
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