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Federação Internacional de Atletismo quer agravar suspensão de Rita Jeptoo

A atleta queniana Rita Jeptoo, vencedora das maratonas de Chicago e Boston, corre o risco de ver aumentada a sua suspensão de dois anos por doping, caso o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) considere o recurso da IAAF.

Andrew Nelles

No seu apelo, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) considera que a pena é demasiado suave. Ao mesmo tempo, o TAS tem em mãos um recurso apresentado por Rita Jeptoo, no sentido de poder correr enquanto não existir uma decisão final.

Jeptoo, de 34 anos, teve uma análise que acusou a presença de eritropoietina (EPO), em setembro, num teste fora de competição. Em dezembro, a análise à amostra B, feita pela Agência Mundial Antidopagem, confirmou a hormona, levando ao castigo imposto pela Federação queniana. 

A pena foi a mínima aplicável de acordo com os regulamentos antidoping à altura dos factos, mas, de janeiro para cá, os atletas que apanhados por utilização de substâncias dopantes têm de enfrentar um período de quatro anos de suspensão.

"A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) apelou para que o período de inelegibilidade seja alargado a quatro anos, devido a circunstâncias agravantes, que, alega, poderem reforçar a sanção", referiu o TAS.

Além de três vitórias na maratona de Boston (2006, 2013 e 2014) e duas na maratona de Chicago (2013 e 2014), Jeptoo conta com o triunfo na meia-maratona de Lisboa de 2008, assim como as vitórias nas maratonas de Estocolmo e Milão em 2004.

Lusa
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