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Ciclista John Degenbolk diz que desporto livre de doping "é uma ilusão"

O ciclista alemão John Degenbolk, que venceu este ano das clássicas Milan-San Remo e Paris-Roubaix, disse estar convencido que "um desporto 100 por cento sem doping é uma ilusão".

Degenkolb diz ter feito com os seus compatriotas Marcel Kittel e Tony Martin um pacto de "tolerância zero", com a intenção de demonstrar que se pode ter sucesso sem o recurso a doping. (Arquivo)

Degenkolb diz ter feito com os seus compatriotas Marcel Kittel e Tony Martin um pacto de "tolerância zero", com a intenção de demonstrar que se pode ter sucesso sem o recurso a doping. (Arquivo)

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A polémica declaração do ciclista foi feita em entrevista ao sítio alemão t-online-de., com Degenbolk a justificar que não se pode esperar um ciclismo sem todos os "batoteiros", mas que isso também é válido para outros desportos.

"Não devemos esperar por um ciclismo livre dos batoteiros. E isso também é verdade para outras modalidades. Um desporto 100 por cento livre de doping é uma ilusão", afirmou o ciclista da Giant-Alpecin.

As palavras de Degenbolk, de 26 anos, surgem a pouco mais de duas semanas do início da Volta a França, de 4 a 26 de julho.

O ciclista entende ser competência da Federação Internacional (UCI) trabalhar nesta matéria e que as decisões devem ser mais rápidas do que têm sido, dando o exemplo dos casos na equipa da Astana, que manteve, mesmo assim, a licença para disputar o Tour.

Com a manutenção da licença para competir, a equipa ficou com 'via aberta' para defender o título conquistado na edição de 2014 da Volta a França, com a vitória do italiano Vincenzo Nibali.

Na entrevista, Degenkolb diz ter feito com os seus compatriotas Marcel Kittel e Tony Martin um pacto de "tolerância zero", com a intenção de demonstrar que se pode ter sucesso sem o recurso a doping.

O ciclista disse ainda que quem não acreditar está convidado a assistir aos seus treinos, num momento da época em que ainda lutará pelo título de campeão da Alemanha antes de iniciar o Tour.
Lusa
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