sicnot

Perfil

Desporto

Telma Monteiro conquista medalha de ouro nos Jogos Europeus

Telma Monteiro conquistou esta quinta-feira a medalha de ouro na categoria de -57 kg dos I Jogos Europeus, após vencer na final a húngara Hedvig Karakas, em Baku, no Azerbaijão.

Telma, líder do 'ranking' Mundial, venceu a 11ª jogadora, confirmando a tendência frente à rival húngara, a quem venceu em todos os cinco combates.

Telma, líder do 'ranking' Mundial, venceu a 11ª jogadora, confirmando a tendência frente à rival húngara, a quem venceu em todos os cinco combates.

Carlos Alberto Matos/IMAPRESS

A judoca portuguesa, que conquistou a nona medalha de Portugal nestes Jogos Europeus, terminou o combate ao minuto 1.49, aplicando um 'ippon' à adversária, depois de já ter feito um 'waza-ari' à adversaria, que nunca lhe ganhou.

Telma, líder do 'ranking' Mundial, venceu a 11ª jogadora, confirmando a tendência frente à rival húngara, a quem venceu em todos os cinco combates.

Na competição de judo dos I Jogos Europeus, que atribuem também os títulos continentais, Telma Monteiro assegurou o seu quinto título, depois das conquistas em -52 kg, em 2006 e 2007, e em -57 kg, a sua categoria atual, em 2009 e 2012. A judoca lusa conta ainda com uma medalha de prata e cinco de bronze, somando 11 medalhas em 11 participações.

Portugal soma agora nove  medalhas nos I Jogos Europeus, após as conquistas de ouro de Telma Monteiro (-57 kg) no judo, Rui Bragança (-58 kg) no taekwondo e no ténis de mesa por equipas (Marcos Freitas, Tiago Apolónia e João Geraldo). 

A prata surgiu com João Silva no triatlo, João Costa no tiro e Fernando Pimenta em K1 1.000 e 5.000 metros na canoagem, enquanto Júlio Ferreira (-80 kg) no taekwondo e a dupla Beatriz Martins/Ana Rente nos trampolins sincronizados amealharam bronze.
Com Lusa
  • Portugueses divididos na recondução da procuradora-geral da República
    1:31
  • "Os castigos incluiam sovas frequentes e até estrangulamento"
    5:03
  • Teste ao sangue deteta oito tipos de cancro

    Mundo

    Um novo teste sanguíneo experimental permitiu detetar precocemente os oito cancros mais frequentes em 70 por cento dos casos, de acordo com um estudo publicado na revista Nature feito por investigadores nos Estados Unidos.