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Armstrong regressou às estradas francesas em luta contra a leucemia

O norte-americano Lance Armstrong, banido do ciclismo e desapossado das suas sete vitórias na Volta a França por prática de doping, iniciou hoje uma passagem por estadas francesas, numa ação de luta contra a leucemia.

© Stringer France / Reuters

"Espero um acolhimento normal das pessoas. Toda a gente tem sido respeitosa e simpática comigo desde que cheguei a França", antes da sua partida em Verneque, cerca de 30 quilómetros a sul de Toulouse, onde será dada a partida de real da 13.ª etapa da Volta a França na sexta-feira.

Acompanhado por 11 ciclistas amadores, Armstrong pedala hoje entre Muret e Rodez e, na sexta-feira, vai ligar Rodez a Mende, cumprindo os percursos das duas etapas da Volta a França um dia antes dos corredores da 102.ª edição 'Tour', em benefício de uma associação 'Cure Leukemia'.

De capacete negro e camisola preta e azul com o nome da associação, Armstrong acompanha Geoff Thomas, um antigo futebolista internacional inglês, de 50 anos, que venceu a doença e que é o mentor da iniciativa 'Le Tour, Onde Day Ahead' ('Le Tour, Um Dia Antes). Com 10 outros ciclistas amadores (oito homens e duas mulheres), está a fazer uma volta a França completa, cumprindo o mesmo percurso do pelotão profissional, com um dia de antecedência.

"É um grande prazer estar aqui, por esta bela causa", afirmou Armstrong antes de iniciar o percurso dos 198 quilómetros em direção a Rodez, perante cerca de uma centena de jornalistas.

Lance Armstrong, que enfrentou o cancro, junta-se assim à iniciativa e volta a pedalar em França depois de em 2012 ter sido punido por prática sistemática de doping, o que lhe valeu a perda da maioria dos seus resultados, nomeadamente as sete vitórias no 'Tour' (1999-2005). Em 2013, o texano confessou a utilização regular de produtos dopantes.

O objetivo, no início da operação, era recolher cerca de 1,4 milhões de euros, através de donativos e patrocínios. Na terça-feira, a soma já atingia os 840.000 euros, segundo um membro da associação citado pela AFP.

Lusa

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