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Ciclista Chris Froome não compreende clima de suspeição à sua volta

O ciclista britânico Chris Froome, camisola amarela da Volta a França, lamentou hoje que a imprensa esteja a dar tanta importância aos seus dados de potência, questionando o porquê de estar a ser tão questionado.

© Benoit Tessier / Reuters

"Os dados das minhas performances são propriedade intelectual da equipa. Se ela quiser publicá-los, não vejo qualquer problema. Mas é frustrante para mim ser tão visado. Quando olhamos para as cinco últimas grandes Voltas, não houve tanta atenção sobre a força e os dados de uns ou outros", salientou o líder da Sky, que visto as suas exibições associadas a um eventual recurso a substâncias dopantes.

Desde que os seus dados de potência foram publicados há uma semana pela imprensa, devido a um suposto ato de pirataria à sua equipa, o vencedor da Volta a França de 2013 tem enfrentado permanentes dúvidas sobre o seu rendimento desportivo, tendo mesmo sido alvo de um ataque com urina por parte de um espectador, no sábado.

"Contador ou outros não foram tão visados neste ponto de vista. Porquê tanta atenção sobre mim? Tenho dificuldade em perceber", interrogou.

Questionado sobre o que pensa sobre o facto de antigos ciclistas dopados serem atuais comentadores televisivos, o britânico foi taxativo: "Não sou fã, porque não são os melhores exemplos a seguir".

Na décima etapa, Froome foi arrasado pelos comentadores da France Télévisions, Cédric Vasseur e Laurent Jalabert, que manifestaram a sua descrença quanto à exibição esmagadora do homem da Sky.

O camisola amarela foi hoje defendido pelo presidente da União Ciclista Internacional (UCI), o seu compatriota Brian Cookson.

Lusa

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