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Platini congratula-se com conclusões do Comité Executivo da FIFA

O francês Michel Platini, atual presidente da UEFA, congratulou-se com as conclusões de hoje do Comité Executivo da FIFA, sem no entanto assumir que poderá ser candidato à sucessão de Joseph Blatter.

© Charles Platiau / Reuters

Depois de se saber que Blatter não se vai candidatar de novo à presidência da FIFA e de que já há uma data para as eleições (26 de fevereiro de 2016), Platini comentou que "se pode olhar para uma nova liderança que certamente trará novas ideias e novas soluções".

"Este é um tempo entusiasmante para a FIFA, porque podemos trabalhar em conjunto para implementá-la e reestruturá-la, para bem do jogo", disse ainda o dirigente e antigo futebolista francês.

Platini considerou a criação de um grupo de trabalho para reformar a FIFA "um passo importante para implementar processos globais e transparência na organização".

"Temos agora de nos certificar de que as reformas delineadas hoje serão feita de uma forma rápida e eficaz. Precisamos reformar a FIFA e precisamos fazê-lo agora", referiu ainda.

Caso avance com uma candidatura, o antigo internacional francês, agora com 60 anos, é considerado um dos principais favoritos a vencer as eleições, depois de ter garantido o apoio de quatro das seis confederações mundiais. Apenas a Confederação Africana de Futebol (CAF) e a confederação da Oceânia não apoiariam o atual líder da UEFA.

"Ele está seriamente a pensar em candidatar-se. Irá tomar uma decisão num período máximo de duas semanas para fechar a porta a qualquer adversário que possa surgir", avançou uma fonte citada pela agência AFP.

A FIFA foi atingida no final de maio por um escândalo de corrupção que levou Joseph Blatter a apresentar a demissão.

O escândalo rebentou quando, a 27 de maio, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou nove dirigentes ou ex-dirigentes e cinco parceiros da FIFA, acusando-os de associação criminosa e corrupção nos últimos 24 anos, num caso em que estarão em causa subornos no valor de 151 milhões de dólares (quase 140 milhões de euros).

A acusação surgiu depois de o Ministério da Justiça e a polícia da Suíça terem detido sete membros da FIFA, num hotel de Zurique.

Dois dias depois, apesar do escândalo, Joseph Blatter, de 79 anos, foi reeleito para um quinto mandato à frente do organismo, mas acabou por se demitir.

Lusa

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