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Froome encontrou uma força extra para manter a amarela na Volta à França

O ciclista britânico Chris Froome (Sky) não escondeu hoje a sua emoção por ter garantido, praticamente, o segundo triunfo na Volta a França, revelando que temeu perder a camisola amarela para Nairo Quintana (Movistar).

© Stefano Rellandini / Reuters

"Na entrada na última subida, estava no meu limite e tive de encontrar uma força extra para continuar a pedalar. Foram só 110 quilómetros, mas pareceram-me 300. Ainda não me mentalizei do que acabou de acontecer. Pensei em tanta coisa enquanto subia o Alpe d'Huez", começou por contar o homem que, no domingo, vai repetir o triunfo de 2013.

Froome reconheceu que o ataque de Quintana, o segundo da geral, o assustou e atribuiu a salvação da amarela, que ficou presa ao seu corpo por 1.12 minutos, ao trabalho dos seus companheiros, sobretudo de Richie Porte, que o rebocou quase até ao topo do Alpe d'Huez, ponto final da 20.ª etapa.

"Pensei em todos os sacrifícios, estágios, no tempo longe da minha mulher e da minha família. Tudo me passou pela cabeça. É surreal, completamente surreal. É um sentimento indescritível estar de amarelo", disse, visivelmente emocionado.

Froome teve ainda palavras de elogio para o seu rival colombiano, considerando que Quintana tem um grande futuro à sua frente e que, no próximo ano, os dois voltarão a batalhar pela amarela final.

"É jovem, é muito forte física e psicologicamente. Corre no limite, lança os ataques nos momentos exatos", analisou o britânico, de 30 anos.

Apesar de voltar a ser segundo atrás de Froome, como em 2013, o líder da Movistar não está desapontado, por sentir que tudo fez para chegar ao primeiro lugar da geral.

"Hoje, era o último dia para tentar e foi o que fizemos. Dei tudo. Perdi o Tour na primeira semana. Fiquei sozinho contra o vento e perdi um minuto e meio. Isso custou-me o Tour. Estou contente por terminar em segundo", admitiu.

Quintana destacou "a experiência e maturidade" que ganhou nesta Volta a França e assegurou que as duas últimas etapas lhe dão confiança para tentar derrotar Froome no próximo ano.

"Dois anos depois, volto a ser segundo e provo que posso ganhar o Tour. 2013 não foi um acaso", salientou, prometendo que vai continuar a tentar alcançar o seu sonho.

Lusa

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