sicnot

Perfil

Desporto

Secretário de Estado do Desporto garante sanções para quem não cumprir pressupostos

O secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, disse esta segunda-feira que quem não cumprir com os requisitos legais exigidos no futebol português sofrerá as sanções previstas.

O secretário de Estado afirmou respeitar "na íntegra a autonomia do movimento desportivo". (Arquivo)

O secretário de Estado afirmou respeitar "na íntegra a autonomia do movimento desportivo". (Arquivo)

SIC

Questionado sobre as dúvidas levantadas pelo Gil Vicente sobre a falta de cumprimento de alguns pressupostos financeiros pelo Boavista e Vitória de Setúbal, disse não ter informação sobre isso, "mas se existirem [os clubes] serão sancionados conforme a lei"

"Não tenho informação de haver não pagamentos, mas se existirem serão sancionados conforme prevê a lei, não vai haver regime de favor para ninguém. As leis são para se cumprirem e estamos cá para zelar pelo cumprimento das mesmas", disse.

O secretário de Estado disse ainda respeitar "na íntegra a autonomia do movimento desportivo".

"Fazemos o que está na nossa esfera de atuação que é garantir aos portugueses que a lei vai ser cumprida porque isso é que garante a verdade desportiva", disse, acrescentando "não ter indicações que a lei não tenha sido cumprida nos últimos anos".

Informou também não ter sido contactado pelo clube de Barcelos por causa desta questão.

Sobre o ato eleitoral de terça-feira para a liderança da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), que porá em confronto Luís Duque e Pedro Proença, o governante mostrou-se tranquilo.

"Os clubes vão escolher livremente, a Liga é um órgão independente, privado, nós lidamos com a Federação Portuguesa de Futebol, que é quem tem utilidade pública desportiva delegada pelo Estado", disse à margem da assinatura de um protocolo com o Sporting de Braga para a criação do cartão jovem para associados do clube minhoto.

Disse ainda que não cabe ao governo interferir na procura de soluções para o setor da arbitragem no futebol português.

"Não cabe ao Estado interferir na definição de soluções, mas criar legislação de suporte. Há pouco mais de um ano, fez alterações no estatuto das federações desportivas para acertar algumas coisas que não estavam bem, o resto é a gestão do futebol e pertence ao futebol. Não tenho que estar preocupado nem despreocupado. Vejo que o debate está a fazer-se dentro das regras e, no final, a maioria escolhe. Depois vamos verificar se o que foi aprovado está dentro da esfera legal", disse.

Lusa

  • O resgate dos passageiros do naufrágio em Cascais
    1:48
  • É importante que "as pessoas não tenham medo" de denunciar o tráfico humano
    0:48

    País

    Manuel Albano, relator nacional para o tráfico de pessoas, concorda com a ideia de que é necessário continuar a investir na inspeção e na fiscalização para travar o tráfico de seres humanos, mas rejeita a denúncia do sindicato dos trabalhadores do SEF, que esta quinta-feira alertou para a "falta de controlo".

  • Trocar a economia pela dança
    7:21
  • Salas de consumo assistido previstas na lei há 17 anos
    3:01
  • O que faz um guaxinim às duas da manhã num quartel de bombeiros?

    Mundo

    Os animais são muitas vezes os protagonistas de histórias incríveis ou até insólitas. Desde o cão mais pequeno ao urso mais assustador. Desta vez, o principal interveniente é um guaxinim, que foi levado até um quartel de bombeiros por uma dona muito preocupada. Porquê? O animal estava sob o efeito de drogas.

    SIC

  • "Por vezes até as princesas da Disney ficam apavoradas"

    Mundo

    A atriz norte-americana Patti Murin foi esta semana elogiada nas redes sociais por se preocupar com a sua saúde mental e não ter problemas em falar sobre o assunto. A artista faltou a um espetáculo da Disney, onde ia atuar, devido a um ataque de ansiedade.

    SIC

  • Presidente do Uganda quer proibir sexo oral

    Mundo

    O Presidente do Uganda emitiu um aviso público durante um conferência de imprensa anunciando que vai banir a prática de sexo oral no país. Yoweri Museveni justifica o ato, explicando que "a boca serve para comer".

    SIC