sicnot

Perfil

Desporto

Ali bin Al Hussein volta a candidatar-se à presidência da FIFA

O príncipe jordano Ali bin Al Hussein, antigo vice-presidente da FIFA, anunciou hoje que volta a ser candidato à presidência do organismo, nas eleições marcadas para 26 de fevereiro.

© Muhammad Hamed / Reuters

Ali bin Al Hussein tinha concorrido contra Joseph Blatter no último ato eleitoral, a 29 de maio.

Na altura, o príncipe jordano acabou por abandonar a corrida depois de perder na primeira volta para Blatter, que viria posteriormente a demitir-se depois de 'rebentar' o escândalo de corrupção que assolou o organismo.

"Vou ser claro: quero terminar o que comecei. Fui o único a atrever-se a desafiar Blatter para a presidência da FIFA. Concorri porque acreditei que a FIFA precisa de mudanças. Tive a coragem de lutar por isso, enquanto outros tiveram medo", disse Ali bin Al Hussein no discurso de apresentação de nova candidatura.

O francês Michel Platini, presidente da UEFA, o sul-coreano Chung Mong-Joon, antigo vice-presidente da FIFA, e o ex-futebolista brasileiro Zico já anunciaram que são candidatos às eleições de 26 de fevereiro.

Lusa

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras