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Advogada de Platini qualifica como "boa e sábia" decisão da FIFA sobre candidatura do francês

A decisão da FIFA de não considerar a candidatura de Michel Platini à presidência do organismo enquanto durar a suspensão de 90 dias que lhe foi aplicada é, segundo a advogada do presidente da UEFA, "boa e sábia".

Reuters/Arquivo

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© Maxim Shemetov / Reuters

"A FIFA tomou uma decisão boa e sábia na medida em que reconhece que Michel Platini é um candidato de corpo inteiro e dá-lhe tempo para acionar os recursos que lhe permitirão fazer valer os seus direitos", disse Thibaud d'Alès, advogada do presidente da UEFA.

No entanto, admite que a Comissão de Ética (da FIFA) possa "arrastar a situação", hipótese que "recusa acreditar", razão pela qual promete "continuar a trabalhar com toda a serenidade", no pressuposto de Michel Platini continuar "determinado em ser candidato à presidência da FIFA".

Segundo Thibaud, o seu cliente tinha "dois dias para recorrer" para a Câmara de Recurso da FIFA da decisão inicial e dez dias volvidos ainda não dispõe de qualquer elemento novo ou de um prazo para que seja dado a conhecer.

"Gostaríamos que houvesse mais celeridade neste processo, sem prejuízo da Comissão de Ética fazer o seu trabalho com serenidade", disse a advogada de Platini

A candidatura do dirigente francês não será avaliada pelo Comissão Eleitoral antes de cinco de janeiro próximo, data em que expira a suspensão, exceto se esta fora levantada até lá.

"A Comissão tomará a decisão até essa data", fez, entretanto, saber o presidente Domenico Scala, através de um comunicado publicado na sequência de uma reunião do Comité Executivo de urgência da FIFA, em Zurique.

A advogada de Platini abordou igualmente o controverso pagamento de 1,8 milhões de euros ao seu cliente em 2011 por um alegado trabalho como conselheiro do presidente da Fifa, Joseph Blatter exercido em 2002.

"O contrato com Michel Platini foi feito com a FIFA, através do senhor Blatter, e foi a FIFA que o remunerou. Foi feita uma transferência bancária e emitida uma fatura pelo meu cliente, houve impostos que foram pagos por ele e pela FIFA", disse Thibaud d'Alés, lembrando que o organismo máximo do futebol mundial reconheceu a "validade desse contrato" e que tudo foi feito com "total transparência depois de as contas da FIFA terem sido validadas pelos auditores daquele organismo".

Lusa

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