sicnot

Perfil

Desporto

Conselho de Arbitragem da FPF desconhecia ofertas do Benfica aos árbitros

O presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Vítor Pereira, assumiu hoje desconhecer as ofertas feitas pelo Benfica aos árbitros reveladas pelo presidente do Sporting, Bruno de Carvalho.

Até agora, os árbitros apenas podiam indicar a sua decisão através de comunicação verbal. (Arquivo)

Até agora, os árbitros apenas podiam indicar a sua decisão através de comunicação verbal. (Arquivo)

© Michaela Rehle / Reuters

"O presidente do CA não tinha conhecimento das ofertas feitas pelo Benfica aos árbitros reveladas pelo presidente do Sporting, Bruno de Carvalho", frisou Vítor Pereira, em comunicado, assegurando só ter tomado conhecimento das ofertas a 05 de outubro, através das declarações de Bruno de Carvalho, no programa da TVI24 Prolongamento.

De acordo com a mesma nota, no dia seguinte, 06 de outubro, Vítor Pereira questionou os quatro membros da secção profissional do CA, "tendo todos afirmado que desconheciam", e, nesse mesmo dia, solicitado o envio das declarações do presidente 'leonino' para o Conselho de Disciplina da FPF.

Vítor Pereira reitera a "confiança nos árbitros portugueses" e a convicção de "que a investigação provará a seriedade dos árbitros", fazendo ainda "um apelo a todos os intervenientes do futebol para que defendam a imagem da modalidade, o desportivismo e o 'fair-play'".

A 05 de outubro, o presidente do Sporting alegou que o Benfica oferecia a árbitros, delegados e observadores dos seus encontros, em Lisboa e no Seixal, um 'kit' com uma camisola 'vintage' do clube, entradas para o Museu Cosme Damião e refeições num restaurante do Estádio da Luz, calculando que, por ano, os 'encarnados' despendam nestas ofertas "um quarto de milhão de euros".

De acordo com código de ética da UEFA, os árbitros podem aceitar ofertas dos clubes até um valor de 200 francos suíços (183 euros).

Lusa

  • Celebridades protestam contra Donald Trump
    3:00

    Mundo

    Tem sido assim desde a campanha e continua. Grande parte da comunidade de artistas não está nada contente com o Presidente eleito. Vários artistas aproveitaram o dia da tomada de posse para se reunirem em Nova Iorque e protestarem contra Donald Trump.

  • "Há sobretudo um fosso entre o discurso que Trump faz e os discursos de Obama"
    6:13

    Opinião

    Cândida Pinto e Ricardo Costa estiveram no Jornal da Noite da SIC, onde analisaram a tomada de posse de Donald Trump. O Diretor de Informação da SIC disse que o discurso de Trump "mexe com a sua base de apoio" e defende que "a grande questão não vai ser a relação com a Rússia, mas sim com a China". Já a Editora de internacional disse que o discurso foi "voltado para dentro, nacionalista, partidarista, com ataque à elite de Washington".

    Ricardo Costa e Cândida Pinto

  • Artista que criou poster de Obama quer invadir EUA com símbolos de esperança

    Mundo

    Shepard Fairey - o artista por trás do tão conhecido cartaz vermelho e azul "Hope" de Barack Obama, durante a campanha eleitoral de 2008 nos EUA - produziu uma série de novas imagens a tempo da tomada de posse de Donald Trump, na sexta-feira. Agora, o artista e a sua equipa querem manifestar uma posição política com a campanha "We The People", contra as ideias que o Presidente eleito tem defendido.

  • Encontrados dez sobreviventes no hotel engolido por um avalanche em Itália
    1:44
  • Videoclipe mostra mulheres a fazer tudo o que é proibido na Arábia Saudita
    1:55

    Mundo

    Um grupo de mulheres canta, dança e faz outras coisas proibidas na Arábia Saudita como forma de protesto. O vídeo é uma crítica social à forma como as mulheres islâmicas são tratadas pelos maridos. Na letra constam frases como "Faz com que os homens desapareçam da terra" e "Eles provocam-nos doenças psicológicas". A ideia partiu de um homem, Majed al-Esa e já conta com 5 milhões de visualizações.

    Patrícia Almeida