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Nuvem tóxica pode alterar o programa do Grande Prémio da Malásia em motociclismo

A nuvem tóxica que se encontra sobre a zona do sudeste asiático pode afetar o normal desenrolar do Grande Prémio da Malásia de motociclismo, que este fim de semana se disputa no circuito de Sepang, escreve a imprensa local.

© Olivia Harris / Reuters

Esta nuvem -- causada pela acumulação de CO2 no ambiente, fruto dos incêndios na Indonésia -- não vai impedir que o Grande Prémio se dispute, mas pode reduzir a duração dos treinos e das corridas, por motivos de segurança, se os índices de poluição continuarem a aumentar, disse o CEO do GP da Malásia Datuk Razlan Razali ao jornal New Straits Times.

O piloto português Miguel Oliveira vai participar na competição, depois de ter vencido a corrida de Moto3 na Austrália.

O jornal explica que estava previsto um evento prévio em que alguns pilotos do MotoGP fariam um percurso de bicicleta do circuito de Sepang até Port Dickson, mas este teve de ser cancelado devido aos elevados índices de poluição, em torno dos 200 pontos, muito acima do recomendável.

O Índice de Poluição Atmosférica define que entre 0 e 50 pontos a qualidade do ar é considerada boa, entre os 50 e os 100 é moderada, de 101 a 200 pouco salubre, de 201 a 300 muito insalubre, de 301 a 500 perigosa e mais de 500 é considerado uma situação de emergência.

Os organizadores vão monitorizar todo o circuito com medidores de qualidade do ar e vão colocar à venda máscaras para os espetadores.

Uma preocupação particular prende-se com o helicóptero médico, sendo necessário garantir que consegue circular, de modo a poder assistir algum piloto em caso de emergência.

Lusa

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