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Gianni Infantino abdica da candidatura à presidência se Platini avançar

Gianni Infantino, secretário-geral da UEFA e candidato à presidência da FIFA, disse hoje que abdicará da candidatura se Michel Platini, suspenso por 90 dias, avançar para a liderança do organismo mundial.

reuters

Em entrevista ao diário desportivo A Bola, Infantino manifestou-se "cem por cento leal" ao presidente da UEFA, esclarecendo que só avançou por Platini se encontrar suspenso, já que "a Europa tem de estar representada" neste processo eleitoral.

"Como o nosso presidente está suspenso, e depois de tomarmos a decisão de avançar com uma candidatura à liderança da FIFA, importava saber quem seria o candidato. E o meu nome foi o escolhido", explicou o secretário-geral da UEFA.

O mesmo responsável garantiu que não avançaria caso não tivesse o apoio de Platini, com quem trabalha "há nove anos".

"Sempre ficou muito claro que tinha o apoio dele [Platini] e se isso não tivesse acontecido a minha candidatura não teria avançado. Nunca serei candidato contra Platini. Se ele puder e quiser abdico da minha candidatura", assegurou.

Platini, o primeiro candidato a apresentar-se na corrida à FIFA, foi suspenso a 08 de outubro pelo Comité de Ética do organismo, depois de a Procuradoria Suíça lhe imputar suspeitas de gestão desleal e abuso de confiança.

Entre as acusações está o recebimento de dois milhões de francos suíços (1,8 milhões de euros) em "prejuízo da FIFA", naquilo que Platini e Joseph Blatter, presidente demissionário do organismo, já vieram dizer ter sido o pagamento num "acordo de cavalheiros" por trabalhos efetuados entre 1999 e 2002.

A FIFA foi abalada por um escândalo de corrupção em maio, a dois dias da reeleição de Blatter, num processo aberto pela justiça dos Estados Unidos e que levou a acusações a 14 dirigentes e ex-dirigentes.

No início de junho, Blatter apresentou a demissão, abrindo o caminho para novas eleições, marcadas para 26 de fevereiro de 2016

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