sicnot

Perfil

Desporto

Federação Internacional de Atletismo iliba recordista da maratona de qualquer prática de doping

A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) ilibou esta sexta-feira Paula Radcliffe, recordista mundial da maratona, de qualquer prática de doping e explicou que as acusações aconteceram devido a uma anomalia no passaporte biológico da britânica.

Paula Radcliffe foi três vezes vencedora da Maratona de Londres (2002, 2003 e 2005) e é detentora do recorde mundial, desde 2003, com a marcar de 2:15.25 horas. (Arquivo)

Paula Radcliffe foi três vezes vencedora da Maratona de Londres (2002, 2003 e 2005) e é detentora do recorde mundial, desde 2003, com a marcar de 2:15.25 horas. (Arquivo)

© Reuters Staff / Reuters

"Paula Radcliffe foi publicamente acusada de doping sanguíneo com base numa interpretação errada de dados brutos e incompletos", disse a IAAF em comunicado, referindo-se às notícias publicadas tanto na imprensa inglesa como germânica, que revelavam que a atleta tinha acusado valores suspeitos.

A investigação a casos de doping começou após o canal alemão ARD e o jornal britânico The Sunday Times terem publicado a informação de que, entre mais de 5.000 atletas que realizaram exames entre 2001 e 2012, 800 apresentavam valores suspeitos.

"Quando todas as informações necessárias são levadas em conta [protocolos da Agência Mundial Antidoping e passaporte biológico], existem explicações plausíveis para esses valores e por isso resulta no perfil inocente", explicou a IAAF.

O organismo vai apresentar essa conclusão em Londres, no parlamento inglês, que abriu um inquérito em setembro passado, depois noticias publicadas pelo ARD e Sunday Times.

Paula Radcliffe foi três vezes vencedora da Maratona de Londres (2002, 2003 e 2005) e é detentora do recorde mundial, desde 2003, com a marcar de 2:15.25 horas.

Lusa

  • António Costa evita perguntas sobre estágios não remunerados
    1:55
  • "É evidente que não fecho a porta ao Eurogrupo"
    1:38

    Economia

    O ministro das Finanças diz que não fecha a porta ao Eurogrupo. A declaração é feita numa entrevista ao semanário Expresso. No entanto, Mário Centeno deixa a ressalva que qualquer ministro das Finanças do Eurogrupo pode ser presidente.

  • Trump adia decisão sobre permanência nos acordos de Paris
    1:48
  • Raízes de ciência e rebentos de esperança
    14:14