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Ex-patrão da Renault diz que a Fórmula 1 "está a morrer"

O antigo patrão da Renault Flavio Briatore disse esta segunda-feira acreditar que "a Fórmula 1 está a morrer" e desafiou a escuderia francesa, que vai regressar à competição em 2016, a ser competitiva rapidamente.

a Fórmula 1 está a 'morrer' e a Renault tem que ser competitiva mais cedo. Para isso, eles [Renault] devem reconstruir tudo: reforçar a estrutura técnica da escuderia em Enstone [Inglaterra], onde há um grande número de pessoas competentes e também o departamento de motores em Viry-Châtillon [Paris]. Não vai ser fácil", explicou Briatore. (Arquivo)

a Fórmula 1 está a 'morrer' e a Renault tem que ser competitiva mais cedo. Para isso, eles [Renault] devem reconstruir tudo: reforçar a estrutura técnica da escuderia em Enstone [Inglaterra], onde há um grande número de pessoas competentes e também o departamento de motores em Viry-Châtillon [Paris]. Não vai ser fácil", explicou Briatore. (Arquivo)

© Giorgio Perottino / Reuters

Ainda hoje, o sítio oficial da revista britânica Autosport revelou que a venda da Lótus à Renault, confirmada na quinta-feira passada, vai ser concluída a 16 de dezembro.

O atual patrão da Renault, Carlos Ghosn, disse, na passada sexta-feira, que a escuderia deve esperar "três anos" até se tornar "competitiva". Algo que o seu antecessor, Briatore, não concorda.

"Três anos é muito tempo, a Fórmula 1 está a 'morrer' e a Renault tem que ser competitiva mais cedo. Para isso, eles [Renault] devem reconstruir tudo: reforçar a estrutura técnica da escuderia em Enstone [Inglaterra], onde há um grande número de pessoas competentes e também o departamento de motores em Viry-Châtillon [Paris]. Não vai ser fácil", explicou.

Ainda assim, Briatore confia que Ghosn "vai colocar todos os recursos necessários para o projeto" e que a compra da Lótus é "certamente uma boa notícia para a Renault e para toda a Fórmula 1".

Lusa

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